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Crème Brûlée Vegan de Batata Doce


Não é segredo para ninguém, a seguir ao arroz doce, o crème brûlée é a minha sobremesa preferida. E se existem sobremesas que nos confortam e nos envolvem num abraço doce, o crème brûlée é, sem dúvida, uma dessas sobremesas. Nesta versão, trago uma abordagem diferente: um Crème Brûlée Vegan de Batata Doce, que combina a cremosidade característica desta sobremesa com o sabor delicado e natural da batata doce. Além de ser uma opção mais saudável, é também perfeita para quem procura alternativas sem produtos de origem animal e sem comprometer o sabor ou a textura.

Nesta receita usei batata doce laranja. Este ingrediente, não só traz uma cor vibrante e apelativa, como também confere uma doçura subtil e equilibrada que combina perfeitamente com a crosta de açúcar caramelizado. É uma sobremesa simples de preparar, mas com um toque especial que certamente vai surpreender e encantar quem a provar. Espero que gostem desta receita, tanto quanto eu.



Crème Brûlée Vegan de Batata Doce

Ingredientes:
| 2-3 batatas doces de polpa laranja (cerca de 550g)
| 1 c. (sopa) de óleo de coco derretido
| raspa de 1 laranja
| 400 ml de leite de coco
| 1 c. (café) de pasta de baunilha
| 1/2 c. (chá) de canela em pó
| 1 pitada de sal
| 50 g de açúcar
| 1 c. (chá) de amido de milho
| qb de açúcar para caramelizar

*notas:
1. Pode assar as batatas doces na Air Fryer, reduzindo assim o tempo de preparação.
2. Pode usar extrato, essência ou a vagem da baunilha em vez da pasta de baunilha.

{Preparação na Bimby}
1. Corte as batatas doces em metades, no sentido longitudinal, pincele com óleo de coco e salpique com a raspa de laranja. Coloque as batatas num tabuleiro forrado com papel vegetal, com a parte cortada voltada para baixo e leva a assar no forno pré-aquecido a 200ºC, por cerca de 40 minutos.

2. No copo coloque a polpa das batatas doces, sem a pele. Adicione o leite de coco, a pasta de baunilha, a canela, o sal, o açúcar e programe 1 min/velocidade 5.

3. Com a espátula raspe as paredes do copo e programe 2 min/velocidade 7.

4. Numa taça dilua o amido de milho com 1 c. (chá) de água e adicione ao creme de batata. Programe 7 min/100ºC/velocidade 3.

5. Raspe as paredes do copo com a espátula e distribua o preparado por taças ou ramequins.

6. Leve ao frigorífico durante pelo menos 2 horas.

7. Polvilhe as taças de crème brûlée com açúcar, caramelize, usando um maçarico e sirva.

{Preparação Tradicional}
1. Corte as batatas doces em metades, no sentido longitudinal, pincele com óleo de coco e salpique com a raspa de laranja. Coloque as batatas num tabuleiro forrado com papel vegetal, com a parte cortada voltada para baixo e leva a assar no forno pré-aquecido a 200ºC, por cerca de 40 minutos.

2. Num processador ou na liquidificadora coloque a polpa das batatas doces, sem a pele. Adicione o leite de coco, a pasta de baunilha, a canela, o sal, o açúcar e processe durante 2 -3 minutos até obter um creme aveludado e bastante homogéneo.

3. Verta o creme num tacho e leve a lume brando.

4. Numa taça dilua o amido de milho com 1 c. (chá) de água e adicione ao creme. Deixe cozinhar durante cerca de 5 -7 minutos, mexendo sempre.

5. Distribua o preparado por taças ou ramequins.

6. Leve ao frigorífico durante pelo menos 2 horas.

7. Polvilha as taças de crème brûlée com açúcar, caramelize, usando um maçarico e sirva.



Sopa de Abóbora, Gengibre e Coco


Impressão minha ou este mês de Janeiro está demasiado frio?! Bem sei que estamos no Inverno e que é normal as temperaturas baixarem nesta altura do ano, mas a verdade é que eu não aguento. Não sou de todo pessoa de tempo frio, mas tento, obviamente, tirar partido das coisas boas que esta estação proporciona. Entre elas está o conforto e também a vantagem de podermos usufruir mais das nossas casas - agora mais ainda, com um novo e, esperemos que curto confinamento - e também podermos degustar mais refeições de conforto, daquelas que nos alimentam o corpo e saciam a alma. 

Entre estas refeições estão as sopas, sempre presentes aqui em casa, independentemente da estação do ano. Mas é nesta altura que elas me sabem melhor. E ultimamente tenho tentado comer todas as sopas e mais algumas. Umas mais cremosas que outras, umas mais simples outras mais ricas e elaboradas, mas nada me dá mais prazer que segurar uma taça de sopa bem quentinha a fumegar, entre as mãos, nestes dias frios de Janeiro. Adoro experimentar receitas novas e ultimamente são os ramens e as sopas com especiarias que mais apetecem. Porque aquecem, saciam e sabem mesmo bem.

Adoro sopa de abóbora assada. Já partilhei aqui esta sopa de abóbora assada e especiarias. Mas desde que experimentei esta que partilho hoje, da autoria da minha amiga Inês, que passou a ser das favoritas cá em casa. Adoro a combinação da abóbora com o coco e o ligeiro picante do gengibre, uma sopa que conforta e que é perfeita para ser consumida em qualquer dia frio de Inverno. Sopas e chás bem quentes, são os meus melhores amigos ultimamente. E vocês, como fazem para combater estes dias frios de Inverno?!




Sopa de Abóbora, Gengibre e Coco
(receita adaptada do blog Ananás e Hortelã)

Ingredientes:
| 1 Kg de abóbora 
| 50 g de gengibre fresco
| 200 ml de leite de coco
| 250-400 ml de água quente ou caldo de legumes
| sal e pimenta qb
| azeite qb
| tomilho seco qb
| sementes de abóbora tostadas qb
| sementes de sésamo qb
| sementes de papoila qb

Preparação:
1 . Pré-aqueça o forno a 180ºC e forre um tabuleiro com papel vegetal.

2 . Descasque e corte a abóbora em pedaços pequenos, de igual tamanho. Coloque a abóbora no tabuleiro, regue com um fio de azeite e salpique com um pouco de sal, pimenta e tomilho.

3 . Leve a abóbora a assar no forno, cerca de 30 minutos, o tempo suficiente para que comece a caramelizar.

4 . Coloque a abóbora, o gengibre em pedaços, o leite de coco (reserve 3-4 c. sopa para servir) e a água ou caldo de legumes (adicione uma pequena quantidade e adicione mais de seguida, caso queira a sopa mais líquida ou mais cremosa) num processador de alimentos e processe até obter um creme bastante homogéneo. Prove e rectifique os temperos, se necessário.

5 . Sirva a sopa com um fio do leite de coco e as sementes a gosto (pode usar também azeite e coentros frescos).




Sopa Thai de Brócolos, Couve Kale e Coco


Esta é a estação mais fria do ano. Aquela que convida a ficar em casa, que nos leva a acender a lareira e a preparar bebidas quentes. É a estação que pede conforto e roupas mais aconchegantes. Que nos leva a ligar o forno, uma e outra vez. Que pede comida de tacho, daquela que satisfaz o estômago e que nos deixa de alma feliz. É inegável que estamos no Inverno e nada sabe melhor que uma sopa fumegante e quentinha, acabada de fazer. Nunca dispenso uma sopa, independentemente da estação do ano, mas convenhamos que nesta altura, comer uma sopa é puro prazer. Preparadas com os ingredientes da estação, aqueles que apresentam o seu auge de sabor e que nos vão dar os nutrientes e vitaminas que necessitamos para enfrentar o frio que se faz sentir lá fora. 


As sopas remetem-nos para memórias longínquas e através delas conseguimos viajar até outras culturas, povos e tradições. Não dispenso uma sopa tipicamente portuguesa, daquelas cujos sabores são tão nossos. Ou das que levam quase tudo o que temos à mão, abóbora, feijão, massa, couve e mais o que houver. São sopas que nos deixam verdadeiramente satisfeitos. Mas não dispenso arriscar outros sabores, como é o caso desta sopa Thai, um pouco picante e bem verdinha e que nos leva a viajar até ao continente Asiático. Uma sopa que nos nutre por dentro e que nos deixa de sorriso no rosto. A combinação de sabores é surpreendentemente deliciosa e o topping de grão-de-bico crocante vem dar aquele toque extra e a textura perfeita para fazer desta uma sopa excepcional e que vem para ficar.

A criação desta sopa surgiu através do desafio #EatCaptureShare, lançado no Instagram pela querida Kimberly, fotógrafa, foodstylist e autora do blog The Little Plantation. Neste desafio a Kimberly lança um tema e vários tópicos, com os quais temos de desafiar a nossa imaginação e criatividade, desenvolvendo assim novas técnicas e experimentando novas perspectivas na área da fotografia de comida. Confesso que estou a adorar o desafio e aprende-se muito, interagindo com outras pessoas cheias de talento.






Sopa Thai de Brócolos, Couve Kale e Coco

Ingredientes:
| 2 c. (sopa) de azeite
| 1 cebola
| 3 dentes de alho
| 2 c. (chá) de gengibre fresco ralado
| 1/2 pimento chili
| 1 pé de erva príncipe
| 1 lt de caldo de legumes
| sal
| 500 g de brócolos
| 2 chávenas de couve Kale
| 1 chávena de espinafres crus
| 1/2 chávena de coentros frescos
| 1/2 lata de leite de coco
{para o topping - Grão-de-Bico Crocante}
| 400 g de grão-de-bico cozido
| 1 c. (chá) de cominhos em pó
| 1 c. (chá) de paprika fumada
| 1 c (chá) alho em pó
| 1 pitada de pimenta
| 1 pitada de flor de sal
| 2 c. (sopa) de azeite

Preparação:
1 . Comece por preparar o grão-de-bico crocante, ligando o forno a 200ºC. Passe o grão-de-bico por água e depois absorva o excesso com papel absorvente. Coloque numa taça juntamente com os restantes ingredientes e misture bem. Espalhe o grão numa única camada, num tabuleiro de forno forrado com papel vegetal e leve ao forno cerca de 30-35 minutos.

2 . Leve uma panela ao lume com o azeite, a cebola picada, o alho picado, o gengibre e pimento chili. salteie até a cebola ficar translúcida. Adicione a erva príncipe, cortada em rodelas bem finas e salteie mais um pouco.

3 . Adicione o caldo de legumes e deixe levantar fervura. Junte os brócolos, a couve Kale, tempere com sal e deixe cozinhar cerca de 15-20 minutos.

4 . Retire a panela do lume, adicione os espinafres crus e os coentros frescos e triture até obter um creme bastante homogéneo e aveludado.

5 . Adicione ao creme o leite de coco e misture bem até ficar homogéneo. Se necessário ajuste os temperos, adicionando mais sal ou mais leite de coco.

6 . Distribua a sopa por taças e sirva com o grão-de-bico crocante e coentros picados.







Granola Dourada


Como assim já estamos em Dezembro?! Serei só eu a achar que o tempo passa rápido demais?! Faltam apenas 20 dias para o Natal e a minha cabeça anda a mil num turbilhão de ideias e tarefas para fazer. Já me mentalizei que algumas delas vão ter mesmo de ficar pelo caminho e vou ter urgentemente de me dedicar a outras mais prioritárias, como preparar os presentes de natal, por exemplo. Sim, eu sou dessas pessoas que deixa quase tudo para o último minuto. Mas não adianta barafustar contra o tempo que isso não vai ajudar. Mais vale mentalizar-nos que estamos no último mês do ano, o mês da partilha e dos afectos, do dar e do receber, do abraçar as nossas pessoas queridas, de estarmos mais perto daqueles que amamos, o mês da magia do Natal que vem aquecer os nossos corações. Por isso, todos os meus pensamentos giram à volta desta quadra festiva. Este ano o meu Natal vai ser mais quentinho, vou ter perto de mim as pessoas que realmente importam, as pessoas que vejo apenas duas vezes por ano mas que transporto todos os dias no meu coração. A família é mesmo o mais importante.


Começo a alinhavar as receitas e claro que estou entusiasmado com a parte das sobremesas. Não pode faltar a pavlova, que já se tornou tradição e, obviamente, o Arroz Doce de sempre. Se tiver tempo ainda vou preparar uns sonhos de abóbora ou cenoura e este Bolo Rainha. E por aí, já sabem que sobremesas vão apresentar na vossa mesa de Natal?! Mas enquanto não chega o dia, vou experimentando outras receitas e porque o Natal não é só a consoada, porque não sofisticar também no pequeno almoço?! Preparei uma granola dourada, perfeita para servir não apenas no pequeno almoço do dia de Natal mas também para todos os dias.

Certamente que já ouviram falar no Leite Dourado. Esta é uma bebida quente, muito procurada e consumida nesta altura do ano e com excelentes propriedades anti inflamatórias. É feito essencialmente com curcuma ou Açafrão-das-Índias e outras especiarias, que quando combinadas trazem muitos benefícios para a nossa saúde. Então pensei, porque não adaptar algo que consumo do dia-a-dia, com os ingredientes que fazem o leite dourado?! E assim criei esta granola dourada, com um sabor fantástico, enriquecida com o Óleo de Grainha de Uva Fula Nativos e perfeita para ser consumida todos os dias, ao natural, com iogurte, leite ou outras bebidas. Confesso que fiquei fã do sabor e passou a fazer parte dos meus pequenos almoços. Experimentem também!





Granola Dourada

Ingredientes:
| 1 chávena de flocos de aveia
| 1 chávena de frutos secos (nozes, amêndoas, caju)
| 1 chávena de arroz tufado (arroz puff)
| 1 chávena de lascas de coco
| 3 c. (sopa) de sementes de abóbora
| 4 c. (sopa) de sementes de sésamo
| 2 c. (sopa) de sementes de linhaça
| 3 c. (sopa) de linhaça dourada moída                   
| 3 c. (sopa) de curcuma em pó
| 1 c. (sopa) de canela
| 1 pitada de flor de sal
| 1/2 c. (chá) de gengibre em pó
| 1 pitada de pimenta preta
| 1 c. (chá) de extrato de baunilha
| 1/2 chávena de mel (ou agáve ou xarope de ácer)

Preparação:
1 . Pré-aqueça o forno a 170ºC. Forre com papel vegetal um tabuleiro largo, de forno e reserve.

2 . Numa taça larga coloque todos os ingredientes secos e misture com uma colher de pau. Adicione a baunilha, o Óleo de Grainha de Uva Fula Nativos e o mel e volte a misturar tudo até ficar bem homogéneo.

3 . Coloque a granola no tabuleiro e espalhe uniformemente. Leve ao forno cerca de 12-15 minutos. Retire e misture com a colher de pau, voltando a espalhar. Leve novamente ao forno por mais 5 minutos. Retire, misture novamente e leve ao forno por mais 4-5 minutos até que fique bem dourada.

4 . Retire a granola do forno e deixe arrefecer à temperatura ambiente, dentro do tabuleiro.

5 . Sirva a granola com leite, bebida vegetal ou iogurte ou coma simples com fruta (a granola deverá ser conservada num recipiente hermético e dura cerca de 2 semanas).







Bolo Vegan de Limão e Sementes de Papoila


A criação deste blog trouxe até mim pessoas maravilhosas. Pessoas com as quais vou falando através de mensagens ou comentários, pessoas que têm em comum comigo os mesmos gostos pela cozinha, que partilham as suas dicas e receitas. Pessoas que já tinham o seu blog muito antes de eu criar o meu e outras que vieram a criar o seu blog muito mais tarde. Outras pessoas ainda que simplesmente adoram cozinhar e que me confrontam com as suas dúvidas ou trocam comigo as suas experiências culinárias. De todas as conversas com estas pessoas eu tenho sempre algo de positivo a tirar e estou sempre a aprender coisas novas. Esta é a melhor parte de ter um blog e é isso que me motiva e dá força para fazer sempre mais e melhor. Destas pessoas, com quem interajo no mundo virtual, algumas acabo por conhecer pessoalmente, em workshops ou outros eventos para os quais sou convidado. Algumas até, tornaram-se amigas na vida real e isso é algo que me deixa muito feliz.


Depois há aquelas pessoas luz, como é o caso da Marisia, uma amiga virtual que vive no norte da Europa, que tal como eu adora fazer bolos e com quem troco imensas mensagens. A Marisia é uma simpatia, tem mão para a cozinha e faz uns bolos lindíssimos. Aconselho-vos mesmo a seguirem o seu perfil no Instagram, pois garanto que irão aprender muito com ela. Nesta Páscoa ela quis supreender-me com alguns presentes que trouxe do país onde mora, a Suécia. E na sexta-feira santa, lá estava eu, no aeroporto, para receber e conhecer pessoalmente a Marisia e o seu marido. Dos presentes que trouxe constava esta forma linda que uso nesta receita. Ela dizia estar curiosa com o que iria fazer com ela. Pois bem, cá está o primeiro de muitos bolinhos que irei fazer nesta forma que chegou às minhas mãos, vinda de longe e de uma pessoa especial. Obrigado uma vez mais, Marisia!

Quanto ao bolo, é das combinações que mais gosto, limão e sementes de papoila e totalmente vegan. Não leva ovos, manteiga ou qualquer outro ingrediente de origem animal, podendo a receita, obviamente ser adaptada. Se optarem por uma versão sem glúten, basta substituir a farinha por outra sem glúten. A receita é super simples de fazer, atrevo-me mesmo a dizer que é dos bolos mais simples que já fiz. Basta misturar todos os ingredientes numa única taça e esperar o tempo que vai ao forno para no final saborearem um bolo delicioso, de sabor cítrico e baunilhado, com uma textura húmida e macia que se desfaz na boca e que é o complemento ideal para acompanhar um café ou para saborear ao pequeno almoço. Não deixem mesmo de experimentar esta receita que é também uma óptima sugestão para celebrar o Dia da Mãe que é já no próximo domingo. Eu sei que a minha mãe, caso ainda fosse viva, adoraria saborear comigo uma fatia deste bolo. Não deixem, por isso, de surpreender e mimar as vossas mães, façam algo doce, partilhem e saboreiem com elas. 


Bolo Vegan de Limão e Sementes de Papoila
(receita adaptada do blog de Bianca Zapatka)

Ingredientes:
| 300 g de farinha branca de espelta 
| 1 c. (chá) de fermento
| 1 c. (chá) de bicarbonato de sódio
| 1 pitada de sal
| 150 g de açúcar amarelo
| 125 ml de óleo vegetal (usei de coco)
| 200 ml de iogurte de soja natural
| 1 limão (raspa + sumo)
| 1 c. (chá) de extracto de baunilha
| 3 c. (sopa) de sementes de papoila
{para o glacé de limão} 
| 3-4 c. (sopa) de açúcar em pó
| sumo de limão qb

Preparação:
1 . Pré-aqueça o forno a 180ºC. Pincele com óleo vegetal e polvilhe com farinha uma forma rectangular (tipo bolo inglês) com cerca de 20cm e reserve.

2 . Numa taça coloque a farinha peneirada, o fermento, o bicarbonato de sódio e o sal. Adicione o açúcar e misture.

3 . Adicione o óleo vegetal, o iogurte, a raspa e o sumo de limão e o extrato de baunilha. Com uma espátula envolva bem todos os ingredientes até ficarem bem ligados.

4 . Junte as sementes de papoila e volte a envolver para que incorporem na massa.

5 . Verta a massa na forma e leve ao forno cerca de 55 min - 1 hora. Faça o o teste do palito antes de retirar o bolo do forno.

6 . Retire o bolo e deixe arrefecer alguns minutos na forma antes de desenformar. Desenforme e deixe arrefecer por completo sobre uma grelha.

7 . Opcionalmente, sirva o bolo com um glacé de limão, bastando para isso adicionar aos poucos sumo de limão a 3-4 c. (sopa) de acúcar em pó e ir misturando até atingir a consistência desejada.