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Granola Dourada


Como assim já estamos em Dezembro?! Serei só eu a achar que o tempo passa rápido demais?! Faltam apenas 20 dias para o Natal e a minha cabeça anda a mil num turbilhão de ideias e tarefas para fazer. Já me mentalizei que algumas delas vão ter mesmo de ficar pelo caminho e vou ter urgentemente de me dedicar a outras mais prioritárias, como preparar os presentes de natal, por exemplo. Sim, eu sou dessas pessoas que deixa quase tudo para o último minuto. Mas não adianta barafustar contra o tempo que isso não vai ajudar. Mais vale mentalizar-nos que estamos no último mês do ano, o mês da partilha e dos afectos, do dar e do receber, do abraçar as nossas pessoas queridas, de estarmos mais perto daqueles que amamos, o mês da magia do Natal que vem aquecer os nossos corações. Por isso, todos os meus pensamentos giram à volta desta quadra festiva. Este ano o meu Natal vai ser mais quentinho, vou ter perto de mim as pessoas que realmente importam, as pessoas que vejo apenas duas vezes por ano mas que transporto todos os dias no meu coração. A família é mesmo o mais importante.


Começo a alinhavar as receitas e claro que estou entusiasmado com a parte das sobremesas. Não pode faltar a pavlova, que já se tornou tradição e, obviamente, o Arroz Doce de sempre. Se tiver tempo ainda vou preparar uns sonhos de abóbora ou cenoura e este Bolo Rainha. E por aí, já sabem que sobremesas vão apresentar na vossa mesa de Natal?! Mas enquanto não chega o dia, vou experimentando outras receitas e porque o Natal não é só a consoada, porque não sofisticar também no pequeno almoço?! Preparei uma granola dourada, perfeita para servir não apenas no pequeno almoço do dia de Natal mas também para todos os dias.

Certamente que já ouviram falar no Leite Dourado. Esta é uma bebida quente, muito procurada e consumida nesta altura do ano e com excelentes propriedades anti inflamatórias. É feito essencialmente com curcuma ou Açafrão-das-Índias e outras especiarias, que quando combinadas trazem muitos benefícios para a nossa saúde. Então pensei, porque não adaptar algo que consumo do dia-a-dia, com os ingredientes que fazem o leite dourado?! E assim criei esta granola dourada, com um sabor fantástico, enriquecida com o Óleo de Grainha de Uva Fula Nativos e perfeita para ser consumida todos os dias, ao natural, com iogurte, leite ou outras bebidas. Confesso que fiquei fã do sabor e passou a fazer parte dos meus pequenos almoços. Experimentem também!





Granola Dourada

Ingredientes:
| 1 chávena de flocos de aveia
| 1 chávena de frutos secos (nozes, amêndoas, caju)
| 1 chávena de arroz tufado (arroz puff)
| 1 chávena de lascas de coco
| 3 c. (sopa) de sementes de abóbora
| 4 c. (sopa) de sementes de sésamo
| 2 c. (sopa) de sementes de linhaça
| 3 c. (sopa) de linhaça dourada moída                   
| 3 c. (sopa) de curcuma em pó
| 1 c. (sopa) de canela
| 1 pitada de flor de sal
| 1/2 c. (chá) de gengibre em pó
| 1 pitada de pimenta preta
| 1 c. (chá) de extrato de baunilha
| 1/2 chávena de mel (ou agáve ou xarope de ácer)

Preparação:
1 . Pré-aqueça o forno a 170ºC. Forre com papel vegetal um tabuleiro largo, de forno e reserve.

2 . Numa taça larga coloque todos os ingredientes secos e misture com uma colher de pau. Adicione a baunilha, o Óleo de Grainha de Uva Fula Nativos e o mel e volte a misturar tudo até ficar bem homogéneo.

3 . Coloque a granola no tabuleiro e espalhe uniformemente. Leve ao forno cerca de 12-15 minutos. Retire e misture com a colher de pau, voltando a espalhar. Leve novamente ao forno por mais 5 minutos. Retire, misture novamente e leve ao forno por mais 4-5 minutos até que fique bem dourada.

4 . Retire a granola do forno e deixe arrefecer à temperatura ambiente, dentro do tabuleiro.

5 . Sirva a granola com leite, bebida vegetal ou iogurte ou coma simples com fruta (a granola deverá ser conservada num recipiente hermético e dura cerca de 2 semanas).







Empada de Quinoa, Abóbora e Castanha


Celebra-se hoje o Dia Mundial da Alimentação. Nos últimos tempos muito se tem falado sobre alimentos e hábitos alimentares. É certo que com o passar dos anos e com o acesso que temos à informação, os nossos hábitos de consumo vão mudando. Mas a informação sobre alimentação a que temos acesso é tanta que chega a ser contraditória. Ainda assim penso que o foco principal acaba por ser sempre o mesmo e ainda bem. Todos estamos preocupados com a sustentabilidade do nosso planeta e com a nossa saúde. Continuo a achar que é tudo uma questão de equilíbrio e moderação e que devemos ser conscientes na hora de escolher o que comemos. Conhecer a origem dos alimentos que ingerimos, tentar ao máximo escolher ingredientes sazonais, locais e nacionais, evitando assim uma pegada ecológica. Comprar, dentro do possível, ingredientes biológicos. Reduzir o consumo de carne e peixe e introduzir mais legumes e leguminosas nas nossas refeições. Estes são pequenos hábitos que aos poucos nos ajudam a melhorar a nossa saúde e a preservar o planeta.

Penso que também é importante sermos nós a cozinhar aquilo que comemos. A maioria das pessoas não sabe cozinhar e há muito tempo que eu defendo que esta deveria ser uma disciplina a introduzir nas escolas. É importante conhecer os alimentos, saber a que estação pertencem, como cultivá-los até. Mas mais importante é sabermos o que estamos a comer e nada se compara ao prazer de ingerir algo feito por nós com ingredientes verdadeiros, não processados e que sabemos que nos vão manter nutridos, sem causar danos na nossa saúde.


Eu próprio mudei os meus hábitos alimentares. Não sigo qualquer dieta e também não vou atrás de modas. Não gosto de fundamentalismos, mas sou consciente na hora de escolher o que como. As receitas que partilho no blog reflectem um pouco da minha alimentação diária. E o meu guilty pleasure continuam a ser os doces. Adoro fazer bolos e nunca declarei guerra ao açúcar, mesmo sabendo que pode ser prejudicial. Mas caramba, uma coisa é ingerir açúcar todos os dias e em todas as refeições. Outra coisa é fazer um bolo de vez em quando para celebrar um momento especial e partilhar com quem gostamos. Uma vez mais, é uma questão de equilíbrio.

Sou criterioso na escolha dos ingredientes e quem me segue no Instagram, certamente já se apercebeu que eu mudei a minha alimentação. Deixei de comer carne há praticamente seis meses. Foi uma decisão pessoal e não fundamentada que me trouxe alguns benefícios pessoais. Cá em casa, praticamente todas as refeições são vegetarianas. E apesar de continuar a consumir queijo, leite e ovos, sou muito exigente e opto sempre por comprar ovos caseiros de galinhas criadas no campo e ao ar livre.

A receita de hoje é vegan pois não tem qualquer produto de origem animal. É uma receita simples e que queria experimentar já há algum tempo. Decidi partilhá-la a convite da Oliveira da Serra, que me desafiou a criar uma receita com um dos seus azeites, para este Dia Mundial da Alimentação. Como adoro azeite e sendo esta a gordura à qual dou privilégio na hora de cozinhar, aceitei o desafio e partilho uma receita equilibrada, feita com ingredientes sazonais, enriquecida com as propriedades da quinoa e com uma base de farinha de espelta, mais saudável que a farinha de trigo comum. Optei por usar o azeite virgem extra Gourmet Oliveira da Serra, mas sintam-se à vontade para escolher aquele que mais gostarem, dentro da vasta gama de azeites desta marca.






Empada de Quinoa, Abóbora e Castanha
(receita adaptada do site Pingo Doce)

Ingredientes:
{para a massa}
| 200 g de farinha integral de espelta
| 100 g de farinha branca de espelta
| 2 c. (sopa) de linhaça moída
| 1 c. (chá) de sal
| 1 dl de água
{para o recheio}
| 150 g de quinoa
| 3 dl de água
| sal qb
| pimenta moída na hora qb
| 2 chalotas picadas
| 400 g de abóbora Hokaido (ou Butternut) em cubos
| tomilho fresco qb
| 200 g de espinafres
| 50 g de nozes
| 200 g de castanhas descongeladas

Preparação:
1 . Passe a quinoa por água corrente, coloque-a num tacho com a água e uma pitada de sal e deixe cozinhar durante cerca de 15 minutos ou até o liquido evaporar. Retire do lume e reserve.

2 . Prepare a massa, misturando as farinhas com a linhaça moída e o sal num robot de cozinha. Adicione o azeite, a água e seleccione a função "amassar" durante 1-2 minutos (em alternativa, amasse à mão, adicionando gradualmente os ingredientes líquidos aos sólidos e amassando até atingir uma massa moldável). Forme uma bola com a massa e deixe a descansar durante 20 minutos.

3 . Pique finamente as chalotas e leve-as ao lume com o azeite numa frigideira larga. Adicione a s castanhas cortadas em metades, a abóbora cortada em cubos, tempere com sal e pimenta e junte umas folhas de tomilho. Salteie em lume médio durante 10 minutos, mexendo de vez em quando e até a abóbora começar a caramelizar.

4 . Pré-Aqueça o forno a 180ºC.

5 . Adicione os espinafres à mistura de abóbora e castanha, junte a quinoa cozida e envolva até os espinafres murcharem. Retire do lume, adicione as nozes grosseiramente picadas, misture e deixe arrefecer um pouco.

6 . Estenda 2/3 da massa com o rolo e forre uma tarteira de fundo amovível com cerca de 25cm de diâmetro e 3-4 cm de altura. Pique a massa levemente com um garfo e recheie com o preparado de quinoa.

7 . Estenda a restante massa em forma de círculo com o diâmetro ligeiramente maior que a tarteira e coloque-a sobre o recheio, unindo bem os bordos de ambas mas massas em toda a volta. Faça 2 ou 3 orifícios na superfície da massa, para que ao saia e leve a empada ao forno durante 45 minutos.

8 . Retire a empada do forno e sirva com tomate Cherry assado ou uma salada de folhas verdes.







Pão de Espelta e Batata Doce com Sementes


Quase sem nos apercebermos o Outono foi-se instalando, de mansinho. Como quem calça umas pantufas e ainda assim caminha em bicos de pés para não fazer qualquer ruído. Um Outono que vem disfarçado de Verão, com dias de muito sol e temperaturas altas que ainda nos permitem usar as roupas leves e que ainda convidam a uma ida à praia. Mas não deixa de ser evidente que o Verão já lá vai, os dias são agora bem mais pequenos, as noites já começam a ser frias e por todo o lado as árvores que dantes se vestiam de verde vivo, despem-se agora das suas folhas em tons dourado e castanho. 

Confesso que não sou pessoa de Outono, não é a minha estação do ano preferida, mas cada vez mais ele vai conquistando espaço no meu coração. Gosto desta transição lenta entre estações, das manhãs que já pedem um casaquinho e das tardes que ainda convidam a tomar uma bebida fresca numa esplanada. Gosto destes dias quentes de Outono com sabor a Verão. Gosto de tudo o que o Outono tem para oferecer, dos novos legumes e da variedade de frutas. Aguardo sempre com grande expectativa a chegada dos dióspiros e das romãs. E até as castanhas já se fazem anunciar. 


O Outono traz com ele as noites agora mais frias. E com elas surge a vontade de ligar o forno, começam a apetecer refeições mais quentes e reconfortantes, a chamada comida de conforto. E se bem que por aqui nunca são precisas desculpas para ligar o forno, a verdade é que nesta altura do ano essa vontade aumenta. Com a chegada das maçãs, das peras e das abóboras, nada melhor que um bolinho preparado com estas frutas e perfumado com algumas especiarias, para alegrar os nossos dias. Ou então um pão acabado de fazer!

Adoro preparar pão em casa. Para além de saber de antemão que estou a comer algo mais genuíno e saudável, todo o processo de fazer um pão me deixa em êxtase. A mistura tão simples de poucos ingredientes que irá resultar num alimento único e rico, quase como um acto de magia. Para mim funciona como uma terapia e, acreditem, fazer pão em casa faz-me imensamente feliz. 

Desde que experimentei este pão numa panela de ferro, fiquei convencidíssimo que este é um processo infalível na arte de fazer pão. Por isso, desta vez apresento um delicioso pão de espelta que levei ao forno na minha nova caçarola da Staub que podem adquirir online, aqui. Por se tratar de um utensílio fabricado em ferro fundido de alta qualidade, isso permite que o ar e a temperatura sejam distribuídos de maneira uniforme, mantendo a humidade perfeita, o que resulta num pão com um miolo fofo e com uma crosta bem estaladiça. Faz lembrar os pães de antigamente, cozidos em forno de lenha, mas aqui com um toque moderno e um sabor inigualável.


Pão de Espelta e Batata Doce com Sementes

Ingredientes:
| 800 g de farinha de espelta branca
| 600 ml de água tépida
| 300 g de batata doce cozida
| 2 c. (chá) de sal fino
| 1 saqueta de fermento seco (11 g)
| 3 c. (sopa) de sementes de girassol
| 3 c. (sopa) de sementes de abóbora
| 2 c. (sopa) de sementes de linhaça
| 2 c. (sopa) de sementes de chia
| 1 c. (sopa) de sementes de sésamo preto
| 1 c. (sopa) de sésamo branco
| 1 c. (sopa) de sementes de papoila

Notas:
1 . Os 300 g de batata doce são obtidos depois de a batata ter cozido e estar escorrida. Para cozer a batata, retire a pele e corte em pedaços. Leve a cozer em água fervente durante 10-15 minutos.

2 . As quantidades de ingredientes, assim como os tempos de levedação do pão deverão ser respeitados. Só desta forma irá obter um pão com um miolo macio e uma crosta bem estaladiça.

3 . Podem ser usadas as farinhas que mais gostarem e até podem misturar várias farinhas, desde que sejam respeitadas as quantidades totais.

4 . Para esta receita usei uma caçarola com 28 cm de diâmetro, pelo que rendeu um pão bem grande. Sintam-se à vontade para reduzir as quantidades de ingredientes para metade, nas mesmas proporções, e  assim fazerem um pão mais pequeno. Ou, se preferirem, usem as quantidades da receita e na altura de moldar o pão dividam a receita ao meio, fazendo dois pães.

Preparação:
1 . Numa taça larga misture a farinha e a água, usando um garfo ou uma colher de pau. Tape a taça com um pano e deixe a massa repousar cerca de 30 minutos.

2 . Adicione a batata doce, previamente esmagada com um garfo, o sal, o fermento e todas as sementes.

. Coloque a mistura na taça de um robot de cozinha e amasse usando o gancho de amassar a uma velocidade média-baixa, durante 20 minutos (se optar por amassar à mão, deverá fazê-lo durante pelo menos 10 minutos, amassando, esticando e dobrando a massa sobre ela própria várias vezes; deixe a massa repousar alguns minutos e volte novamente a amassar, esticar e dobrar durante mais 10 minutos).  A massa irá estar mole, pegajosa e húmida, mas suave e elástica. Não se preocupe, é normal e não caia na tentação de adicionar mais farinha.

4 . Tape a taça com um pano e deixe levedar à temperatura ambiente, num local seco, durante pelo menos 3 horas ou até a massa triplicar de volume.

5 . Após a massa ter levedado, tape a taça com película aderente e leve a refrigerar durante pelo menos 12 horas (a massa irá baixar de volume, não há motivo para preocupação).

6 . Transfira a massa para uma superfície enfarinhada, polvilhe com farinha e forme pequenas bolas, pesando porções de massa iguais (no meu caso deu para fazer 8 bolas de 200 g cada; se fizer apenas metade da receita, pese bolas de 100 g; em alternativa pode formar uma única bola, usando toda a massa).

7 . Disponha as bolas de massa dentro de um tacho ou caçarola de ferro (eu usei esta da Staub) previamente polvilhada com farinha e deixe levedar durante 1 hora.

8 . Pré-aqueça o forno a 220ºC.

9 . Coloque a tampa na caçarola e leve ao forno durante 30 minutos. Terminado o tempo, retire a tampa e deixe o pão no forno por mais 15 minutos, até que seja formada uma crosta dourada.

10 . Retire o pão do forno e deixe arrefecer sobre uma grelha.

Pão de Banana, Nozes e Sementes


Acordar a um domingo de manhã em Janeiro, ouvir a chuva a cair lá fora e saber que se tem um dia inteiro pela frente sem nada para fazer é maravilhoso! Adivinha-se um dia de muita preguiça, bons livros, sofá e uma mantinha. As temperaturas baixas que se fazem sentir convidam a ligar o forno, a preparar uma receita daquelas que deixam toda a casa perfumada. Enquanto se bebe o primeiro café do dia, coloca-se uma música ambiente e folheia-se um livro. E depois uma revista. E a seguir outro livro. Pesquisamos uma receita que seja simples, que conforte a alma, que possamos trazer para a mesa na hora do lanche e que acompanhe uma chávena de chá. Uma receita doce que possa ser degustada com um sorriso nos lábios. Terá de ser um bolo. Ou um pão doce, daqueles bem nutritivos que pedem apenas uma ligeira camada de compota ou manteiga. 

O sol de inverno espreita lá fora, meio envergonhado por entre uma e outra nuvem, a querer trazer alguma luz e conforto ao dia. Acaba por se esconder definitivamente dando lugar à chuva fria. Afinal é inverno, ainda falta tanto para a estação quente que o melhor é aproveitar o dia inteiro que se tem pela frente. A receita já está escolhida, o forno ligado e os ingredientes esperam o momento de serem transformados em algo bom!


Quatro bananas maduras na fruteira são o ponto de partida para a escolha desta receita. Nunca é demais um pão ou um bolo de banana. Adoro a textura meio húmida que esta fruta tem o poder de conferir. E a verdade é que quando combinada com outros sabores e ingredientes, a banana pode mesmo surpreender. Este bolo não me desiludiu e muito menos este Pão de Banana e Chocolate e menos ainda este, numa versão mais saudável. A receita que partilho e que encontrei no Nommable, um blog que descobri recentemente, é um pão doce, quase bolo. Enriquecido pela mistura de sementes e pela textura e sabor delicioso das nozes, este pão é perfeito para aqueles dias em que apetece comer algo mais doce ao pequeno almoço ou para acompanhar um chá durante o lanche num dia frio e cinzento de inverno. Uma receita para repetir e ligar o forno muitas vezes.


Pão de Banana, Nozes e Sementes
(receita adaptada do blog Nommable)

Ingredientes:
| 150 g de farinha s/ fermento
| 100 g de farinha integral
| 2 c. (sopa) de sementes de girassol
| 2 c. (sopa) de sementes de abóbora
| 2 c. (sopa) de linhaça moída
| 1 c. (sopa) de sementes de papoila
| 1 c. (sopa) de sementes de sésamo branco
| 1 c. (sopa) de sementes de sésamo preto
| 100 g de nozes picadas grosseiramente
| 1 c. (chá de bicarbonato de sódio
| 1 c. (chá) de fermento em pó
| 1 c. (chá) de sal
| 100 g de manteiga derretida
| 65 g de açúcar mascavado
| 50 g de açúcar amarelo
| 2 ovos
| 2 c. (chá) de extrato de baunilha
| 4 bananas maduras e em puré

{para o topping}
| sementes de sésamo branco 
| sementes de sésamo preto 
| sementes de girassol 
| sementes de abóbora 

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Unte com manteiga e polvilhe com farinha uma forma rectangular e reserve.
Numa taça misture a farinha peneirada, as sementes de girassol, as sementes de abóbora, a linhaça moída, as sementes de papoila, as sementes de sésamo preto e sésamo branco, as nozes grosseiramente picadas, o bicarbonato de sódio, o fermento e o sal. Reserve.
Noutra taça bata a manteiga com os açúcares durante alguns minutos até estarem bem ligados.
Adicione os ovos e o extrato de baunilha e bata mais um pouco para misturar.
Com um garfo esmague as bananas reduzindo-as a puré e adicione-as ao preparado anterior.
Aos poucos, vá adicionando a mistura de farinha e sementes e envolva com uma espátula em movimentos circulares até que todos os ingredientes estejam bem misturados
Despeje a massa na forma reservada, alise a superfície com uma espátula e polvilhe a gosto com sementes de sésamo preto e branco, sementes de girassol e sementes de abóbora.
Leve ao forno cerca de 1 hora. Faça o teste do palito antes de remover do forno.
Ao fim de 30-35 minutos no forno o topo do pão irá começar a dourar. Tape com uma folha de papel de alumínio para que as sementes não torrem.
Retire o pão do forno e deixe arrefecer na forma durante 10 minutos.
Desenforme e deixe arrefecer completamente sobre uma grelha.
O pão poderá ser conservado à temperatura ambiente durante 3 a 5 dias, desde que devidamente embrulhado em papel de alumínio ou película aderente.