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Empada de Quinoa, Abóbora e Castanha


Celebra-se hoje o Dia Mundial da Alimentação. Nos últimos tempos muito se tem falado sobre alimentos e hábitos alimentares. É certo que com o passar dos anos e com o acesso que temos à informação, os nossos hábitos de consumo vão mudando. Mas a informação sobre alimentação a que temos acesso é tanta que chega a ser contraditória. Ainda assim penso que o foco principal acaba por ser sempre o mesmo e ainda bem. Todos estamos preocupados com a sustentabilidade do nosso planeta e com a nossa saúde. Continuo a achar que é tudo uma questão de equilíbrio e moderação e que devemos ser conscientes na hora de escolher o que comemos. Conhecer a origem dos alimentos que ingerimos, tentar ao máximo escolher ingredientes sazonais, locais e nacionais, evitando assim uma pegada ecológica. Comprar, dentro do possível, ingredientes biológicos. Reduzir o consumo de carne e peixe e introduzir mais legumes e leguminosas nas nossas refeições. Estes são pequenos hábitos que aos poucos nos ajudam a melhorar a nossa saúde e a preservar o planeta.

Penso que também é importante sermos nós a cozinhar aquilo que comemos. A maioria das pessoas não sabe cozinhar e há muito tempo que eu defendo que esta deveria ser uma disciplina a introduzir nas escolas. É importante conhecer os alimentos, saber a que estação pertencem, como cultivá-los até. Mas mais importante é sabermos o que estamos a comer e nada se compara ao prazer de ingerir algo feito por nós com ingredientes verdadeiros, não processados e que sabemos que nos vão manter nutridos, sem causar danos na nossa saúde.


Eu próprio mudei os meus hábitos alimentares. Não sigo qualquer dieta e também não vou atrás de modas. Não gosto de fundamentalismos, mas sou consciente na hora de escolher o que como. As receitas que partilho no blog reflectem um pouco da minha alimentação diária. E o meu guilty pleasure continuam a ser os doces. Adoro fazer bolos e nunca declarei guerra ao açúcar, mesmo sabendo que pode ser prejudicial. Mas caramba, uma coisa é ingerir açúcar todos os dias e em todas as refeições. Outra coisa é fazer um bolo de vez em quando para celebrar um momento especial e partilhar com quem gostamos. Uma vez mais, é uma questão de equilíbrio.

Sou criterioso na escolha dos ingredientes e quem me segue no Instagram, certamente já se apercebeu que eu mudei a minha alimentação. Deixei de comer carne há praticamente seis meses. Foi uma decisão pessoal e não fundamentada que me trouxe alguns benefícios pessoais. Cá em casa, praticamente todas as refeições são vegetarianas. E apesar de continuar a consumir queijo, leite e ovos, sou muito exigente e opto sempre por comprar ovos caseiros de galinhas criadas no campo e ao ar livre.

A receita de hoje é vegan pois não tem qualquer produto de origem animal. É uma receita simples e que queria experimentar já há algum tempo. Decidi partilhá-la a convite da Oliveira da Serra, que me desafiou a criar uma receita com um dos seus azeites, para este Dia Mundial da Alimentação. Como adoro azeite e sendo esta a gordura à qual dou privilégio na hora de cozinhar, aceitei o desafio e partilho uma receita equilibrada, feita com ingredientes sazonais, enriquecida com as propriedades da quinoa e com uma base de farinha de espelta, mais saudável que a farinha de trigo comum. Optei por usar o azeite virgem extra Gourmet Oliveira da Serra, mas sintam-se à vontade para escolher aquele que mais gostarem, dentro da vasta gama de azeites desta marca.






Empada de Quinoa, Abóbora e Castanha
(receita adaptada do site Pingo Doce)

Ingredientes:
{para a massa}
| 200 g de farinha integral de espelta
| 100 g de farinha branca de espelta
| 2 c. (sopa) de linhaça moída
| 1 c. (chá) de sal
| 1 dl de água
{para o recheio}
| 150 g de quinoa
| 3 dl de água
| sal qb
| pimenta moída na hora qb
| 2 chalotas picadas
| 400 g de abóbora Hokaido (ou Butternut) em cubos
| tomilho fresco qb
| 200 g de espinafres
| 50 g de nozes
| 200 g de castanhas descongeladas

Preparação:
1 . Passe a quinoa por água corrente, coloque-a num tacho com a água e uma pitada de sal e deixe cozinhar durante cerca de 15 minutos ou até o liquido evaporar. Retire do lume e reserve.

2 . Prepare a massa, misturando as farinhas com a linhaça moída e o sal num robot de cozinha. Adicione o azeite, a água e seleccione a função "amassar" durante 1-2 minutos (em alternativa, amasse à mão, adicionando gradualmente os ingredientes líquidos aos sólidos e amassando até atingir uma massa moldável). Forme uma bola com a massa e deixe a descansar durante 20 minutos.

3 . Pique finamente as chalotas e leve-as ao lume com o azeite numa frigideira larga. Adicione a s castanhas cortadas em metades, a abóbora cortada em cubos, tempere com sal e pimenta e junte umas folhas de tomilho. Salteie em lume médio durante 10 minutos, mexendo de vez em quando e até a abóbora começar a caramelizar.

4 . Pré-Aqueça o forno a 180ºC.

5 . Adicione os espinafres à mistura de abóbora e castanha, junte a quinoa cozida e envolva até os espinafres murcharem. Retire do lume, adicione as nozes grosseiramente picadas, misture e deixe arrefecer um pouco.

6 . Estenda 2/3 da massa com o rolo e forre uma tarteira de fundo amovível com cerca de 25cm de diâmetro e 3-4 cm de altura. Pique a massa levemente com um garfo e recheie com o preparado de quinoa.

7 . Estenda a restante massa em forma de círculo com o diâmetro ligeiramente maior que a tarteira e coloque-a sobre o recheio, unindo bem os bordos de ambas mas massas em toda a volta. Faça 2 ou 3 orifícios na superfície da massa, para que ao saia e leve a empada ao forno durante 45 minutos.

8 . Retire a empada do forno e sirva com tomate Cherry assado ou uma salada de folhas verdes.







Empada de Legumes


Muitas vezes dou comigo a pensar como seria se não gostasse de cozinhar e de comer. A resposta é óbvia e surge logo de imediato. Certamente não seria uma pessoa tão feliz. É das poucas coisas que me dá imenso prazer, ter um paladar apurado e gostar de comer. Poder saborear cada ingrediente, sentir a sua textura e satisfazer o sentido do gosto. Lembro-me desde sempre de gostar de saborear os alimentos, sentir o doce e o salgado, a amargo ou o ácido. Tenho os meus ingredientes preferidos, aqueles que não dispenso, que fazem parte da minha alimentação diária, que estão sempre presentes na minha cozinha. Contam-se pelos dedos das mãos aqueles que eu não gosto. Sou daquelas pessoas que é capaz de fazer uns quantos quilómetros ou ir aos sítios mais estranhos em busca do ingrediente perfeito ou para adquirir um ingrediente raro. Coisas que só um verdadeiro foodie irá perceber. E gosto de estar sempre a experimentar coisas novas, receitas vindas de outras cozinhas, de outros países, outras culturas. e para isso existem os livros que se vão amontando nas estantes, as receitas que vão sendo marcadas e que aguardam em fila de espera até ao dia em que saem do papel para a minha cozinha. No entanto, sou muito ligado e jamais esqueço a nossa cozinha tradicional portuguesa. Foi com ela que eu nasci, os pratos típicos cozinhados pela minha mãe em forno de lenha e na panela de ferro. E esses sim, são aqueles pratos que eu realmente adoro devorar, pratos que arrancam de mim sorrisos de satisfação, a comida verdadeira e que conforta, com ingredientes genuínos e cheios de sabor.

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Chegamos a Março, o mês que traz com ele a minha estação do ano favorita. Não que desgoste das outras, todas elas têm o seu encanto, mas a Primavera é especial. Traz mais luz, traz o cantar dos pássaros assim que o sol mostra os seus primeiros raios matinais. As temperaturas são mais simpáticas e toda uma série de novas frutas e legumes começam a brotar da horta e aparecem nas bancas dos mercados. É sempre um prazer poder cozinhar com os legumes mais frescos e saborosos, aqueles que saltam praticamente da horta para o prato, que não requerem muitas técnicas ou transformações na cozinha. E sabe tão bem ter a Primavera no nosso prato. Surgem também os morangos para as sobremesas e que tornam mais deliciosos os lanches.

Com o inicio do mês chega também mais um desafio do Dia Um... Na Cozinha! Para esta edição o tema são as empadas. É um tema feliz, pois adoro empadas e acho que até as podia comer todos os dias... ehehe. Já experimentei algumas receitas como esta ou as Empadas de Pato que ficaram para lá de boas. Aqui decidi abolir a carne e trazer uma sugestão com legumes, já com um cheirinho a Primavera. Conseguem imaginar uma caixinha de massa integral e estaladiça recheada de legumes bons e perfumados com Ras El Hanout?! É esta a minha sugestão com a qual me deliciei e que recomendo fazerem. Os legumes podem ser outros ao vosso critério, mas não dispensem a abóbora  Butternut que funciona aqui como uma piece de resistance.


Empada de Legumes  
Ingredientes:
{para a massa}
| 100 ml de água
| 100 g de manteiga
| 1 ovo
| 1 pitada de sal
| 100 g de farinha de trigo integral
| 200 g de farinha de trigo s/ fermento

{para o recheio}
| 600 g de abóbora Butternut
| 1 cenoura
| azeite q.b.
| sal q.b.
| 1 c. (sopa) de Ras El Hanout
| 1 alho francês
| 2 cebolas roxas
| 100 g de castanhas
| 3 dentes de alho
| 1 c. (sopa) de vinagre balsâmico
| 300 g de cogumelos
| pimenta q b.
| 200 g de espinafres (usei congelados)
| 1 requeijão
| 50 g de nozes
| 1 ovo para pincelar

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Amorne a água num tacho, junte a manteiga e mexa até esta derreter,
Adicione as farinhas, o sal e o ovo ligeiramente batido. Amasse bem até que todos os ingredientes fiquem bem ligados, a massa despegue dos dedos e consiga formar uma bola. Reserve.
{Thermomix - Bimby} Coloque todos os ingredientes no copo e programe (10seg/vel6). Se achar necessário junte mais um pouco de farinha até a massa despegar das paredes do copo.

Corte a abóbora e a cenoura em cubos de 1cm, disponha num pyrex, regue com 2 c. (sopa) de azeite e polvilhe com sal e com o Ras El Hanout e leve ao forno durante 30 minutos.
Corte o alho francês em rodelas e saltei-e numa frigideira com 1 c. (sopa) de azeite, até ficar macio. Reserve.
Na mesma frigideira, coloque mais 1 c. (sopa) de azeite, junte as cebolas e as castanhas grosseiramente picadas e também os dentes de alho picados. Tempere com sal e refogue durante 8 minutos até que a cebola fique macia. Junte 1 c. (sopa) de vinagre balsâmico e mexa até a cebola caramelizar. Reserve.
Corte os cogumelos em quartos e coloque-os na mesma frigideira com 1c. (sopa) de azeite, tempere com sal e pimenta e salteie até que fiquem macios e todo o líquido tenha evaporado. Reserve.
Ainda na mesma frigideira coloque 1 c. (sopa) de azeite, junte os espinafres e salteie. Tempere com sal, adicione o requeijão e as nozes grosseiramente picadas e mexa durante 2 minutos. Reserve.

Divida a massa e três partes e reserve uma das partes.  Forme uma bola com as outras duas partes e estenda a massa com o rolo numa superfície enfarinhada, o suficiente para forrar uma forma rectangular. Forre a forma tendo o cuidado de não cortar a massa excedente.
Comece por colocar o alho francês no fundo da forma. Disponha de seguida a abóbora e com as costas de uma colher de sopa pressione ligeiramente.
A seguir faça uma camada com a mistura de espinafres e requeijão e por cima desta camada forme uma outra com os cogumelos. Faça ligeiramente pressão sobre os legumes, usando uma colher.
Termine com uma última camada de cebola roxa caramelizada.
Estenda a restante massa, dando-lhe um tamanho suficiente para cobrir o topo da forma.
Molhe ligeiramente a massa excedente no bordo da forma, em toda a volta (a água irá servir de "cola").
Coloque a massa por cima, cobrindo toda a forma e com os dedos pressione lifgeiramente, unindo as duas massas e selando a empada. Corte o excedente de massa e reserve as aparas. Com os dedos faça um efeito ondulado em toda a volta e com as sobras da massa faça pequenas "folhas" de massa. e decore a gosto, colando-as na superfície com água.
Com uma faca faça um pequeno orifício no centro da empada. Isto fará com que o vapor saia durante a cozedura, evitando que a massa enfole.
Leve ao forno durante 40 minutos ou até que a empada comece a ficar durada.
Retire, desenforme a empada e pincele por cima e em toda a volta com o ovo batido.
Leve novamente ao forno por mais 10 minutos.

Empadas de Pato e o EAT OUT Lisboa


Gosto de petiscar. E no que toca a petiscos a gastronomia portuguesa tem muito para oferecer. Tirando os espanhóis, que têm enraizado na sua cultura a conceito das tapas, não deve haver mais nenhum povo que goste tanto de petiscar como nós, portugueses. E esta ideia de petiscar é algo que me acompanha desde sempre. Lembro-me de tantas vezes ouvir em casa dos meus pais a expressão "mas que belo petisco" ou então quando o meu pai chegava a casa ao fim da tarde e enquanto a minha mãe ainda estava a preparar o jantar ele dizia "deixa-me mas é petiscar qualquer coisa". E esse "qualquer coisa" tanto podiam ser umas azeitonas com pão caseiro, como podia ser umas rodelas de chouriço caseiro que ele acabava de tirar do fumeiro, um pedaço de queijo que ele cortava em pedaços pequenos ou uma lata de sardinhas em conserva. Claro que eu era incapaz de resistir e ainda que a minha mãe não ficasse muito contente, pois dali a minutos o jantar estava na mesa, eu acabava sempre por petiscar com ele. E deliciava-me a molhar o pão naquela lata de sardinhas.

Por norma não costumo planear as refeições que fazemos cá em casa, gosto de ir cozinhando ao sabor do que vai chegando da horta do meu sogro, aproveitando o que está no frigorífico e na despensa e experimentando um ou outro ingrediente diferente que acabo por comprar. Mas as refeições são sempre feitas em maiores quantidades. Dá sempre jeito num dia em que se chega mais tarde a casa ter uma refeição no frigorífico pronta a aquecer. E foi a pensar numa refeição dessas que preparei estas Empadas de Pato. Comprei um pato inteiro com a ideia de fazer um Arroz de Pato no forno. Mas como o pato era grande e sobrou bastante, peguei numas bases de massa fina cujo prazo de fim de validade se estava a aproximar e em pouco tempo tinha umas deliciosas empadas a sair do forno.


Felizmente não vão faltando sítios e eventos para petiscar. Ou mesmo para saborear uma deliciosa refeição acompanhada de uma cerveja, um bom vinho, conversas animadas e muitas gargalhadas. Já não existem ou, infelizmente, vão sendo cada vez menos aquelas tavernas antigas que vendiam vinho a copo e onde um grupo de amigos se podia sentar e degustar um bom prato de moelas ou uns deliciosos pipis, uma morcela assada ou uns pezinhos de coentrada. Os tempos evoluíram e hoje tudo é diferente mas existem sempre novos espaços onde ainda se podem passar bons momentos a petiscar. E também não vão faltando eventos gastronómicos que nos desafiam a sair de casa, a sociabilizar e a conhecer o que de melhor se vai fazendo na nossa gastronomia. Por exemplo, o evento Rota de Tapas Estrella Damm que está a decorrer até domingo na cidade de Lisboa e no qual podem petiscar, conviver e saborear a verdadeira tradição cervejeira. 

Mas venho falar-vos de um outro evento gastronómico que acontece já a partir de hoje e se prolonga durante três dias, o EAT OUT Lisboa. O EAT OUT tem como objetivo reunir em espaços inusitados alguns dos melhores chefes e restaurantes de Portugal. Irá acontecer em várias cidades a nível nacional, mas Lisboa é a primeira cidade a receber este evento que irá acontecer na Garagem Auto Palace, junto ao Largo do Rato. Ali estarão a representar a gastronomia portuguesa alguns dos chefes mais conceituados de Portugal, bem como restaurantes da cidade, marcas com conceitos únicos, boa música e uma decoração irreverente que irá proporcionar bons momentos de convívio e uma experiência única de degustação de refeições deliciosas e inesquecíveis. Se estiverem pela cidade de Lisboa ou se não estiverem mas quiserem deslocar-se, vão até ao Largo do Rato e até domingo poderão almoçar e/ou jantar num ambiente descontraído, animado e onde poderão sempre saborear uma bela refeição acompanhada de uma Estrella Damm.


Empadas de Pato


Ingredientes: (para 6 empadas)


| 12 discos de massa fina Buitoni

| 300 g de pato cozido e desfiado *
| 1 cebola média
| 1 dente de alho
| 1 fio de azeite
| pimenta preta acabada de moer
| flor de sal q.b.
| 1 raminho de tomilho fresco
| 1 dl de água tépida
| 1 c. (chá) de amido de milho
| 1 ovo inteiro
| sementes de sésamo q.b.

*Nota: para cozer o pato, coloquei um pato cortado em pedaços numa panela com água, temperei com sal, e juntei 1 cebola inteira com alguns cravinhos espetados. Adicionei ainda 1 folha de louro, 1 raminho de coentros frescos e outro de tomilho fresco. Cozinhei durante 1 hora e a meio da cozedura acrescentei um pouco de água.

Preparação:
Forre 6 formas de queques com os discos de massa fina e reserve.
Numa caçarola coloque um fio de azeite, junte a cebola e o alho picado e refogue até a cebola ficar dourada.
Adicione o pato desfiado, algumas folhas de tomilho fresco, tempere com flor de sal e pimenta preta acabada de moer e salteie durante 2 minutos.
À parte dilua o amido de milho na água tépida e junte de uma vez só ao pato desfiado.
Mexa um pouco até engrossar e rectifique os temperos, se achar necessário. Deixe arrefecer.
Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Distribua o preparado pelas 6 formas e tape cada uma delas com os 6 discos de massa restantes, pressionando à volta com os dedos, de forma a que os discos de massa colem um no outro.
Se achar necessário, corte o excesso de massa à volta, deixando cerca de 1cm de massa em excesso.
Dobre a massa para dentro, pincele com ovo batido e salpique com algumas sementes de sésamo.
Leve ao forno durante 20 minutos, ou até que as empadas comecem a ficar douradas.