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Linzer Cookies com Creme de Chocolate e Avelã


Não sei se acontece o mesmo convosco, mas por aqui, estes dias que antecedem o Natal, são sempre de grande azáfama. Há sempre um ingrediente que está a faltar e que obriga a mais uma viagem ao supermercado. Há trabalhos por terminar e presentes para embrulhar. Há aquele presente de última hora para comprar. Há a ceia de Natal, cujos preparativos falta ultimar. Juntando a tudo isto, o facto de este ano não ter, uma vez mais, os meus mais queridos por perto, faz aumentar em mim a vontade de ver esta época festiva terminar o mais rápido possível. Se em situações normais o Natal já é para mim um turbilhão de emoções, o facto de não ter a família por perto deixa-me ainda mais ansioso e nostálgico. Mas não será por isso que deixo de celebrar o Natal. Cá em casa não irá faltar o arroz doce e o cheiro da canela no ar. Não vão faltar os sonhos nem sequer as rabanadas.


Mas todos os anos por aqui, existem também fornadas de bolachas a sair. Gosto sempre de oferecer presentes de comer. É algo que é feito por nós, com amor, e que sabemos, à partida, que irá fazer feliz a pessoa a quem vamos oferecer. As bolachas são também ideais para aquele presente de última hora, pois preparam-se num instante e basta um embrulho personalizado para ter em mãos o presente perfeito. Estas Linzer Cookies são o exemplo disso mesmo, umas bolachas bem gulosas, muito fáceis de preparar e que, tenho a certeza, vão arrancar sorrisos. Recheadas com creme de chocolate e avelã, mas que facilmente pode ser substituído por outro creme ao vosso gosto, como lemon curd, manteiga de amendoim, compota de abóbora ou framboesa, ganache de chocolate, enfim, o ideal mesmo é experimentarem a receita.

Nesta receita usei a Farinha Extra Fina da Nacional, a marca de confiança que me acompanha há tantos anos e com quem é um prazer trabalhar. Quanto à farinha, é obtida de trigos seleccionados e apresenta-se agora mais fina, mais branca e mais pura. Não contém fermento adicionado pelo que se torna a farinha ideal para todo o tipo de receitas doces ou salgadas, como bolos, massas, tartes e biscoitos, tornando essas receitas ainda mais deliciosas e requintadas. Vejam no site as várias receitas que podem confeccionar com esta farinha e também com outros produtos da marca Nacional.

Aproveito para desejar a todos os que por aqui passam, os votos de umas Festas Felizes, de preferência na companhia daqueles que vos são mais próximos. Que esta seja uma quadra de muito amor, reflexão e partilha e que nunca nos falte a força e a esperança de construir um mundo ainda melhor. Boas Festas!






Linzer Cookies com Creme de Chocolate e Avelã

Ingredientes:
| 100 g de farinha de amêndoa (amêndoa moída)             
| 1/4 c. (chá) de fermento
| 1 pitada de sal
| 175 g de manteiga à temp. ambiente                   
| 150 g de açúcar amarelo
| 2 ovos médios
| 1 c. (chá) de extracto de baunilha
| 100 g de creme de chocolate e avelã
| açúcar em pó p/ polvilhar

Preparação:
1 . Numa taça misture a Farinha Extra Fina Nacional com a amêndoa moída, o fermento, o sal e reserve.

2 . Bata a manteiga com o açúcar, usando uma vara de arames até obter uma mistura cremosa. Adicione os ovos e o extracto de baunilha e bata mais um pouco até estar bem incorporado.

3 . À mistura anterior adicione a mistura de farinhas e envolva até obter uma massa lisa e uniforme.

4 . Forme uma bola com a massa, envolva em película aderente e leve ao frigorifico durante pelo menos 2 horas.

5 . Pré-aqueça o forno a 180ºC, forre com papel vegetal um tabuleiro de forno e polvilhe ligeiramente uma bancada com farinha.

6 . Transfira a massa para a bancada e estenda-a com o rolo, deixando uma espessura de cerca de 3-5 mm. Com um cortador de bolachas redondo, corte círculos de massa e disponha-os no tabuleiro. Use um cortador em forma de estrela e corte o centro de metade dos círculos de massa.

7 . Leve o tabuleiro ao forno por cerca de 10-12 minutos ou até que as bolachas comecem a ficar douradas (as bolachas recortadas no centro deverão cozer mais rápido, pelo que o ideal será levá-las ao forno em tabuleiros diferentes).

8 . Retire as bolachas do forno e deixe que arrefeçam completamente sobre uma grelha. Depois de frias, espalhe uma pequena porção de creme de chocolate e avelã em cada bolacha inteira. Polvilhe com açúcar em pó as bolachas recortadas e coloque-as sobre o creme, pressionando ligeiramente e formando uma sanduíche.







Kugelhopf


O calendário não dá tréguas e cá estamos para dar inicio a um novo ano cheio de deliciosas partilhas. Espero que as vossas festividades tenham corrido da melhor forma possível, apesar de todas as adversidades. Que tenham aproveitado para descansar e que tenham passado muitos e felizes momentos, de preferência na companhia das vossas pessoas queridas. Desejo a todos um feliz e próspero ano novo, que nos sejam devolvidos os afectos e a liberdade de outrora e que depositemos em todos nós a esperança de construir um mundo sempre melhor.

Hoje celebra-se o Dia de Reis e como manda a tradição, por aqui dão-se por encerradas as festividades. É chegada a altura de desmontar a árvore de Natal, de voltar a colocar todas as decorações natalícias nas caixas de cartão, que regressarão ao sótão até à próxima quadra. Voltamos à vida normal e sem qualquer tipo de resolução. Não sou pessoa de resoluções, prefiro ir vivendo o dia-a-dia, enfrentando os desafios que a vida me coloca e tirando partido dos melhores momentos, construindo memórias felizes. E estarei sempre grato pelas pessoas boas que a vida me vai apresentando e pelas pequenas conquistas que vou conseguindo. 

Para primeira receita do ano escolhi algo alusivo ainda a esta quadra. Como já anda por aqui um Bolo Rei de Alfarroba, um Bolo Rei sem Glúten e até o famoso bolo rei alemão, o Stollen e também um Bolo Rainha, como já partilhei por aqui a famosa Galette des Rois, na versão original e esta com chocolate e avelã ou esta de pistácio e framboesa, hoje decidi partilhar o Kugelhopf


Também conhecido por Gugelhupf, Kouglof ou Guglhupf, este é um pão doce muito comum na Áustria, sudeste da Alemanha e na região da Alsácia, na França. A massa é tipo brioche, não muito doce e enriquecida com passas de uva e amêndoas. É feito numa forma de buraco, originalmente em cerâmica e, segundo reza a lenda, o seu formato assemelha-se aos turbantes usados pelos reis magos que, aquando do seu caminho para Belém, passaram pela cidade de Ribeauvillé, na Alsácia, e aí foram homenageados pelos seus habitantes com este delicioso pão doce e amanteigado.

Existem várias receitas, com mais ou menos manteiga, mais ou menos doces, mas todas muito semelhantes. Optei por experimentar a receita que encontrei no site MyKaramelli que, na minha opinião, resulta num pão delicioso e óptimo para servir ao pequeno almoço. Costumo cortar em fatias que coloco na torradeira ou na tostadeira, servindo-as barradas com manteiga. É também perfeito para servir num lanche a acompanhar uma chávena de chá, o ideal nestes dias mais frios. Pode ser usada qualquer forma, desde que tenha um buraco no centro. Eu usei a original Kugelhopf da Nordic Ware, que podem sempre adquirir na Lecuine



Kugelhopf
(receita adaptada do site myKaramelli)

Ingredientes:
| 300 g de farinha s/ fermento
| 15 g de fermento de padeiro fresco
| 140 ml de leite morno
| 2 ovos M 
| 60 g de açúcar amarelo                                                       
| 125 de manteiga à temp. ambiente                                     
| ½ c. (chá) de sal
| 75 g de passas
| 100 ml de rum (usei vinho do Porto)                                        
| 12 amêndoas s/ pele
| açúcar em pó qb

Preparação:
1 . Comece por preparar um pré-fermento. Para isso dissolva o fermento de padeiro no leite morno e adicione 5 c. (sopa) da farinha (o leite deverá estar morno, a uma temperatura aproximada de 37-38ºC, se superior a isso poderá matar o fermento). Misture, tape com película aderente e deixe levedar cerca de 1 hora à temperatura ambiente. 

2 . Coloque as passas numa taça e cubra-as com o rum, deixando que elas hidratem.

3 . Na taça da batedeira coloque a restante farinha, o açúcar, o sal, os ovos e o pré-fermento. Amasse a uma velocidade média, usando o gancho de amassar até obter uma massa homogénea e pegajosa.

4 . Adicione as passas escorridas e amasse a uma velocidade baixa apenas para envolver.

5 . Aos poucos vá adicionando a manteiga em pedaços e amasse a uma velocidade média-alta durante 10-15 minutos (aos poucos a massa vai-se tornando lisa e elástica e despegar-se-á das paredes da taça).

6 . Tape a taça com película aderente e deixe levedar à temperatura ambiente durante 3 horas ou até que duplique de volume (em alternativa, poderá deixar a massa a levedar no frigorífico de um dia para o outro).

7 . Unte bem com manteiga derretida uma forma de buraco (usei a Kugelhopf da Nordic Ware) e no fundo da forma disponha as amêndoas.

8 . Transfira a massa para uma superfície ligeiramente enfarinhada. Sem amassar forme uma bola e faça um buraco no centro, formando um aro. Transfira a massa para a forma e se necessário nivele com os dedos. Tape a forma com um pano e deixe a massa levedar 2 horas ou até que duplique de volume.

9 . Pré-aqueça o forno a 180ºC. Coloque a forma no forno e deixe cozinhar durante 35-40 minutos. Caso a massa comece a cozer demasiado à superfície, tape com papel de alumínio.

10 . Retire o bolo do forno e deixe arrefecer na forma durante 10 minutos, antes de desenformar. Desenforme e deixe arrefecer sobre uma grelha. Sirva o Kugelhopf polvilhado com açúcar em pó.




Sonhos de Alfarroba


Se em situações normais o Natal é para mim um misto de sentimentos e emoções, este ano será ainda mais. O facto de não poder estar reunido com a família à volta da mesa, de não poder abraçar e beijar os meus mais queridos, aqueles que vejo duas ou, calhando a sorte, três vezes por ano, deixa-me um pouco triste. Os meus irmãos e cunhados, os meus sobrinhos e até a minha sobrinha-neta que veio ao mundo a meio da pandemia e ainda não tive o prazer de conhecer. Mas fica a esperança, de um mundo e de um futuro melhores, com todos os abraços, os beijos e os afectos que nos tiraram, que nos fazem falta e que tanto merecemos. Enquanto esses dias não chegam, vamos celebrar o Natal, com os que nos são próximos e com quem coabitamos. Por aqui não deixarei de fazer as sobremesas que adoro, o cheiro da canela continuará no ar a perfumar a casa, haverá o tradicional bolo rei, o arroz doce de sempre e que nunca pode faltar e claro, os sonhos de abóbora. Sou tão feliz a fazer sonhos, a cobri-los de açúcar e canela, não resistindo a provar um e outro ainda quentinhos.


Este ano experimentei uma receita de sonhos diferente e igualmente deliciosa. Claro que tinha de vir partilhar esta receita convosco, ainda a tempo de a prepararem para o Natal. Para quem aprecia o sabor da alfarroba, posso garantir que estes sonhos são irresistíveis. Eu próprio não consigo para de os comer, uns atrás dos outros. Mas vou confessar-vos uma coisa, gosto mais deles no dia seguinte. Sou esse tipo de pessoa que prefere os sonhos frios e mergulhados na calda do açúcar já derretido. Mas quentes também são deliciosos. O melhor mesmo será experimentarem a receita e prová-los das duas formas, tirando as teimas.

Nesta receita usei a Farinha de Trigo e Alfarroba da Nacional, a marca de confiança com quem trabalho e que dispensa apresentações. Esta farinha, que combina a vagem da alfarroba e a espiga do trigo, tem um sabor único e característico e foi desenvolvida para todos os usos culinários. Já vem misturada nas proporções certas e podemos fazer com ela um pão delicioso, mas também bolos, tartes, bolachas e biscoitos, panquecas ou estes deliciosos sonhos. Sonhos estes que podem ainda preparar e apresentar na vossa mesa de Natal!  

A todos vocês que me lêem, os meus sinceros votos de umas Festas Felizes, dentro do possível e de preferência junto daqueles que vos são mais próximos e queridos. Que seja uma quadra de paz e reflexão, que reine o amor e a partilha e que resida em todos nós a esperança de um mundo muito melhor. Feliz Natal!






Sonhos de Alfarroba

Ingredientes:
| 1 c. (chá) de fermento em pó
| 250 ml de água
| 50 g de manteiga
| 2 casquinhas de limão
| 1 pitada de sal                                   
| 4 ovos
| açúcar qb
| canela em pó qb
| óleo para fritar

Preparação:
1 . Misture a Farinha de Trigo e Alfarroba da Nacional com o fermento e reserve.

2 . Numa panela junte a água, a manteiga, as cascas de limão e o sal. Leve ao lume e quando levantar fervura deixe cozinhar 2 minutos.

3 . Retire a panela do lume, descarte as cascas de limão e, de uma só vez, adicione a farinha. Mexa energicamente com uma colher de pau até a massa formar uma bola e descolar das paredes do tacho. Retire a massa para uma tigela e deixe que arrefeça.

4 . Quando a massa já estiver fria, adicione os ovos, um de cada vez e amasse com as mãos ou usando uma vara de arames até obter uma massa cremosa e uniforme.

5 . Aqueça o óleo em lume médio e com uma colher de sopa, verta pequenas quantidades de massa no óleo. Frite os sonhos, virando-os até ficarem dourados. De seguida passe os sonhos por uma mistura de açúcar e canela e sirva-os ainda mornos.






Bolo Rei sem Glúten


O natal simboliza a paz, a união e o amor. É uma época de tradições no que diz respeito à alimentação e por isso é celebrado em família, a maior parte do tempo à volta da mesa. Por estes dias cometem-se alguns excessos, pois não há quem resista às tradicionais rabanadas, aos sonhos, às filhoses, ao arroz doce e ao bolo rei. Se para muitos de nós o problema está em gerir o peso e as calorias ingeridas, para outros a preocupação é bem maior, principalmente no que diz respeito às sobremesas. Todos nós conhecemos ou temos alguém na família que sofre de doença celíaca. Para estas pessoas, que são alérgicas ou intolerantes ao glúten, comer um simples sonho pode tornar-se num verdadeiro pesadelo. A maioria das sobremesas tradicionais de Natal são feitas à base de farinha, com glúten, sendo por isso uma ameaça para quem não pode consumir esta proteína. 


Felizmente, hoje em dia já existem muitas opções e alternativas mais saudáveis, assim como farinhas que nos permitem preparar algumas sobremesas muito semelhantes às tradicionais. Por isso, sim, é possível ter na mesa de Natal uns filhoses sem glúten, rabanadas sem glúten ou até um tronco de Natal sem glúten. Até os tradicionais bolo rei e bolo rainha podem ser preparados na versão sem glúten, mantendo o mesmo sabor de sempre e permitindo a quem é intolerante desfrutar de um Natal sem glúten. Exemplo disso é este Bolo Rei sem Glúten que preparei em colaboração com o Alegro e que acompanha o artigo "Sobremesas de Natal sem Glúten". Neste artigo, que podem ler na íntegra aqui, falo desta doença que afecta já alguns milhares de portugueses e dou também algumas sugestões de sobremesas de Natal sem glúten.  

Aproveito para desejar a todos aqueles que por aqui passam e me leem, um santo e Feliz Natal, na companhia dos vossos familiares e amigos. Que esta seja uma quadra de paz e união, de reencontro e celebração. Comam bem mas com moderação e não se esqueçam nunca de serem muito felizes. Boas Festas!




(artigo escrito em colaboração com o site Alegro)

Sobremesas de Natal sem Glúten

Aproxima-se a passos largos a quadra festiva mais apreciada pelos portugueses, o Natal. Não se tratando apenas de uma celebração religiosa, este é também um momento de paz e reflexão, um momento de reencontro e celebração entre amigos e familiares. É tempo de agradecer e celebrar, de juntar a família e os amigos à volta da mesa da consoada.

Para quem sofre de intolerância ao glúten, a ceia de Natal pode tornar-se num verdadeiro desafio, sobretudo no que diz respeito às sobremesas, uma vez que as mais tradicionais são, na sua grande maioria, preparadas à base de trigo. A boa notícia é que existem inúmeras receitas de sobremesas de Natal sem glúten, que podem ser adaptadas das versões originais e que não irão comprometer a nossa saúde e bem estar. Mas já lá vamos.

O que é o glúten, afinal?!
O glúten  é uma proteína complexa que está presente em alguns cereais, como o trigo, o centeio e a cevada. A aveia, apesar de não conter naturalmente glúten, deve ser evitada, pois pode conter glúten por contaminação. 

Esta proteína, ao ser ingerida por algumas pessoas, provoca uma inflamação dolorosa e danos no intestino. Estes são os doentes celíacos, que sofrem de uma condição autoimune permanente e que não podem consumir ou mesmo tocar em alimentos que contenham glúten.

A abstinência total de glúten é o único tratamento eficaz para os doentes celíacos que devem evitar comer alimentos como pão, bolos, bolachas, biscoitos e alguns cereais. Felizmente já existem no mercado algumas alternativas de farinhas sem glúten que facilmente permitem adaptar as receitas mais tradicionais e desfrutar de deliciosas sobremesas de Natal sem glúten, para além do leite creme e do arroz doce, que por si só já não contêm glúten.

Sugestões de Sobremesas de Natal sem Glúten
Na sua grande maioria as sobremesas de Natal (...)

(leiam o artigo completo aqui)




Bolo Rei sem Glúten

Ingredientes:
| 130 ml de bebida vegetal de aveia
| 125 g de açúcar amarelo
| 2 ovos
| 75 g de manteiga
| 1 pitada de sal
| raspa da casca de 1 laranja
| raspa da casca de 1 limão                           
| 400 g de mistura preparada de farinhas s/ glúten (usei Nacional)
| 50 g de fécula de batata
| 30 g de fermento de padeiro fresco
| 200 g de mistura de frutas secas e cristalizadas
{para decorar}
| 1 gema
| 1 c. (sopa) de bebida vegetal de aveia
| frutas secas e cristalizadas qb
| açúcar pérola qb

Preparação:
1 . Amorne ligeiramente a bebida vegetal de aveia e coloque na taça de uma batedeira juntamente com os restantes  ingredientes, à excepção das frutas secas e cristalizadas. Amasse com o gancho durante alguns minutos até obter uma massa homegénea e um pouco pegajosa. Adicione as frutas secas e cristalizadas picadas e amasse a uma velocidade baixa, apenas para envolver (Caso opte por amassar à mão, aqueça a bebida e dilua o fermento nela. Numa taça larga misture os ingredientes secos com excepção das frutas, faça um buraco no centro e aos poucos vá adicionando os ingredientes líquidos e amassando com as mãos até obter uma massa homogénea. Junte as frutas e envolva na massa).

2 . Tape a taça com um pano e deixe levedar num local seco durante pelo menos 3 horas ou até que duplique de volume.

3 . Transfira a massa para uma bancada polvilhada com farinha de trigo sarraceno ou de arroz e divida a massa em duas bolas. Em cada bola faça um buraco no centro e com as mãos vá alargando a massa formando uma rosca (a massa ainda vai estar pegajosa, não caia na tentação de adicionar mais farinha, pelo que molhar as mãos com água ou azeite será a melhor forma de conseguir moldar a massa). Coloque ambas as roscas em tabuleiros de forno forrados com papel vegetal e deixe levedar durante 1 hora.

4 . Pré-aqueça o forno a 180ºC. Misture a gema de ovo com 1 c. (sopa) de bebida vegetal e pincele os bolos com esta mistura. Decore com as frutas secas e cristalizadas. Coloque também algum açúcar pérola e leve de seguida os bolos ao forno durante cerca de 30 minutos ou até que comecem a dourar. Retire os bolos do forno, deixe arrefecer e sirva.