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Cheesecake Vegan de Chocolate e Café


Finalmente a primavera! Amo esta estação do ano, com a sua luz, as temperaturas amenas e os tons coloridos que se espalham pelos campos. Tem tanto de linda como de inspiradora. Os raios de sol espreitam lá fora e têm o dom de nos deixar mais felizes. Queremos sair de casa, estar em contacto com a natureza, sentir os pés na terra. Ler um livro enquanto ouvimos apenas o chilrear dos pássaros ou dar um passeio à beira mar. És tão linda, primavera!

Na cozinha fervilham-se ideias de receitas que queremos experimentar e cuja inspiração vem de toda a parte. Confesso que nesta altura do ano é a natureza que mais me inspira, em particular as flores. São tantas e de tantas cores que é tão fácil imaginarmos cenários de receitas com elas, em bolinhos a condizer. Existem por toda a parte e dificilmente resistimos a trazer algumas para casa para colocar numa jarra. As minhas preferidas são as magnólias, mas também gosto das flores das amendoeiras, das cerejeiras e dos marmeleiros. O contraste da cor rosa suave com aquele verde hipnotizante das folhas é de uma beleza verdadeiramente inigualável.


Inigualável é também a combinação de chocolate e café. Das minhas preferidas e que já experimentei em várias receitas como este Bolo Intenso de Chocolate e Café. Inspirado nesta dupla irresistível e também nestes dias lindos de primavera, preparei uma tarte ou cheesecake vegan, totalmente cru, feito apenas com ingredientes naturais e que tem tanto de delicioso como de saudável. É uma alternativa aos cheesecakes tradicionais, mas aqui numa versão sem qualquer ingrediente de origem animal, sem glúten, sem lactose e sem açúcares processados. Adianto já que não fica nada atrás do cheesecake tradicional, tanto em termos de textura como de sabor e esta é uma sobremesa que veio para ficar e para experimentar com outras combinações. Nem há a necessidade de ligar o forno para preparar esta sobremesa tão simples, com ingredientes saudáveis e que resulta na perfeição. A base é feita com tâmaras e farinha de aveia mas a "piece de resistance" deste cheesecake é mesmo o recheio, preparado com caju natural e leite de coco e que fica com uma cremosidade incrível. A baunilha vem dar aquele toque irresistível que complementa tão bem o chocolate e o café. A cobertura resume-se a uma deliciosa camada de creme de coco e cacau. É daquelas sobremesas que pedem para repetir e que se podem comer sem culpas. 


Cheesecake Vegan de Chocolate e Café
(receita adaptada de @deliciousmartha)

Ingredientes:
{para a base}
| 1 c. (sopa) de óleo de coco
| 80 g de tâmaras
| 15 g de cacau em pó
| 50 g de farinha de aveia
{para o recheio}
| 245 g de caju natural
| 185 g de leite de coco
| 1 c. (chá) de pasta de baunilha
| 40 g de tâmaras
| 2 c. (chá) de agar-agar 
| 250 ml de café expresso
{para a cobertura}
| 200 g de creme de coco (a parte sólida da lata de leite de coco)
| 20 g de cacau em pó
| 30 g de de Maple Syrup (ou Agáve)

Preparação:
1 . Comece por colocar os cajus numa taça de vidro, deixando-os de molho em água fervente durante 10 minutos. Reserve.

2 . Coloque todos os ingredientes da base num robot ou processador de alimentos e triture até obter uma massa moldável. Transfira para uma forma de aro amovível com Ø15cm e pressione com os dedos formando a base da tarte.

3 . Aqueça o leite de coco até ferver, adicione o agar-agar e mexa durante dois minutos. Retire do lume e reserve.

4 . Triture os cajus no processador (descarte a água) durante 1-2 minutos com os restantes ingredientes do recheio. Adicione o leite de coco e o agar-agar e misture com uma espátula. Verta o recheio na forma, sobre a base, e leve a refrigerar.

5 . Bata o creme de coco juntamente com o cacau e o xarope até atingir a consistência desejada. Espalhe a mistura sobre o recheio e alise com uma espátula. Leve novamente a refrigerar e no momento de servir polvilhe com cacau em pó (opcional) e sirva com nibs de cacau.

Bolo de Cenoura e Coco com Cobertura de Creme de Coco


Cada vez mais preocupo-me com a minha alimentação e procuro um estilo de vida mais saudável. Não sei se isto é algo que vem com a idade, mas a verdade é que dou por mim a ler rótulos de produtos no supermercado, a escolher ingredientes de produção biológica em detrimento de outros, a frequentar mercados de rua, a comprar produtos directamente aos produtores e a excluir, sem excepção, tudo o que sejam produtos processados. Não sou extremista, não defendo nem sigo qualquer tipo de dieta, como um pouco de tudo, mas de forma equilibrada. Acredito que é no equilíbrio que está o segredo para sermos felizes, comer um pouco de tudo, mas sem exagerar. 

Obviamente que continuo a fazer bolos com manteiga. Esses serão sempre os melhores bolos. E também não excluí os açúcares da minha alimentação, apesar de controlar as quantidades que ingiro e de preferir açúcar amarelo, de coco ou mascavado em vez do granulado branco. Nada se compara ao prazer de comer um bolo feito em casa, preparado com amor e feito com ingredientes verdadeiros. A vida é muito curta e está cheia de momentos bons que merecem ser celebrados. Hoje posso exagerar e comer uma generosa fatia de bolo ou duas bolas de um gelado pecaminoso, mas amanhã compenso e só como sopa e salada. Eu adoro comer e são estas pequenas escolhas, a procura constante do tal equilíbrio,  que fazem a diferença e me deixam mais feliz.


Claro que uma ou outra vez, e ainda que seja Verão, existem aqueles desejos repentinos de ligar o forno a meio da semana para fazer um bolo. Quando isso acontece procuro por receitas mais leves e sempre que possível substituo alguns ingredientes por outros mais saudáveis. É o caso deste delicioso bolo de cenoura e coco, no qual usei farinha de centeio integral, em vez da farinha de trigo branca, substituí o açúcar branco por açúcar de coco, usei óleo de coco em vez de manteiga e substituí as natas de origem animal por natas vegetais de soja. A banana veio conferir-lhe uma textura mais húmida e o sabor quase não se nota. Finalizei o bolo com uma gulosa camada de chantilly de coco, preparado com creme de coco, adoçado com agáve e por isso mais saudável. É precisamente sobre esta última substituição que eu falo em mais um  artigo mensal que escrevi para o projecto Let´s Talk by Alegro, em colaboração com o site Alegro. Neste artigo, intitulado "Substituir as Natas por Natas Vegetais" falo das diferentes natas vegetais existentes no mercado e dou algumas dicas de qual a melhor opção na hora de as utilizar. Podem ler o artigo mais abaixo ou na íntegra, aqui


(artigo mensal escrito em colaboração com o site Alegro)

Substituir as Natas Por Natas Vegetais

Quer seja por intolerância à lactose, por alergia, porque seguimos uma alimentação vegan ou simplesmente porque optámos por um estilo de vida mais saudável, muitos de nós procuramos substituir as natas lácteas por uma alternativa vegetal, no momento de fazer uma determinada receita. Em pratos doces ou salgados, muitas são as receitas que contêm na sua lista de ingredientes as natas de origem animal, pois estas tornam os pratos mais cremosos e aveludados. Devido à sua composição rica em gordura, nomeadamente saturada, as natas de origem animal são muitas vezes olhadas com um "sentimento de culpa" e é frequente optarmos por substitui-las por opções light ou cremes de origem vegetal, as natas vegetais.

Que cremes de origem vegetal - natas vegetais - posso usar?
Os cremes vegetais, também conhecidos por natas vegetais, são uma boa alternativa às natas convencionais e podem ser utilizados em qualquer tipo de prato, desde smoothies, quiches, nas sobremesas ou até como substitutos do queijo, em pratos gratinados. Mas tenha cuidado: se procura um creme vegetal que seja realmente saudável e o menos processado possível, tem de ler bem os rótulos. Escolha uma marca de confiança, preferencialmente biológica e que garanta que os ingredientes utilizados são de qualidade, não transgénicos, que não exista excessos de açúcares ou sal adicionados, bem como intensificadores de sabor ou espessantes não saudáveis. De forma geral, convém fugir das natas vegetais preparadas com uma série de ingredientes que não sabemos o que são e que não conseguimos sequer pronunciar. 

Hoje em dia podemos encontrar uma vasta gama de opções 100% vegetais que servem de alternativa às natas lácteas. A alternativa mais comum são as natas vegetais à base de soja que, para além de não conterem lactose, são pobres em gorduras e podem ser usadas tanto em pratos salgados como em sobremesas. Existem outras opções (...)

(leiam o artigo completo aqui)


Bolo Integral de Centeio, Cenoura e Coco com Cobertura de Creme de Coco

Ingredientes:
| 100 g de farinha de centeio integral
| 30 g de flocos de aveia
| 1 c. (chá) de fermento em pó
| 1 c. (chá) de canela
| 1 pitada de sal
| 1 pitada de noz moscada
| 2 bananas maduras, mas firmes
| 100 g de açúcar de coco                  
| 1 ovo
| 40 ml de óleo de coco
| 1 c (chá) de pasta de baunilha
| 2 cenouras pequenas, raladas
| 60 g de coco ralado
| 50 g de nozes grosseiramente picadas
| 100 ml de natas de soja

{para o chantilly de coco}
| 150 g de creme de coco
| 1 c. (sopa) de xarope de agáve
| 1/2 c. (chá) de pasta de baunilha

Preparação:
1 . Pré-aqueça o forno a 180ºC. Unte com manteiga e polvilhe com farinha uma forma rectangular.

2 . Misture a farinha peneirada com os flocos de aveia, o fermento, a canela, o sal e a noz moscada.

3 . À parte, esmague as bananas com um garfo até ficarem em puré. Junte o açúcar, o ovo, o óleo de coco e a pasta de baunilha e bata tudo com uma vara de arames até ficar homogéneo. Junte as cenouras raladas e o coco ralado e envolva.

4 . Alternadamente vá adicionando a mistura de farinha e as natas de soja ao preparado líquido e envolva bem com a espátula. Junte as nozes grosseiramente picadas e envolva.

5 . Verta a massa na forma reservada e leve ao forno durante 45-50 minutos. Faça o teste do palito antes de desenformar.

6 . Retire o bolo do forno e deixe arrefecer na forma durante 10 minutos. Desenforme e deixe arrefecer por completo.

7 . Prepare o chantilly de coco. Bata o creme de coco, que deve estar bem frio, juntamente com o agáve e a baunilha, até obter a consistência desejada.

8 . Decore o bolo com o chantilly de coco e nozes picadas.

Bolo de Banana e Trigo Sarraceno [sem glúten]


Dá para acreditar que já estamos em Junho?! Não, não dá. Fazendo uma retrospectiva, ainda "ontem" começava o novo ano e agora já estamos no mês que dá inicio ao Verão. Ou melhor, que deveria dar, pois ao olharmos lá para fora constatamos que o tempo nada tem a ver com a estação quente. Já não nos livramos desta Primavera deprimente e cinzenta. Junho é um  mês de sol, de céu azul, o mês que convida a ir à praia dar um mergulho. É também o mês das festas populares, de noites quentes e bailaricos. Do cheiro a sardinhas assadas e manjericos. É um mês de festa e celebração. Mas com este tempo o que apetece mesmo é aproveitar o conforto da casa.


Enquanto o Verão não chega, aqui por casa, continua-se a ligar o forno. Continua a apetecer a comida de conforto, aquela que aconchega o estômago e acaricia a alma. Comida de tacho e de forno mas com sabores da Primavera. E também há sempre lugar para um bolinho, de preferência com fruta, pois são os meus preferidos. Já vos tinha dito que gosto muito de bolos com banana?! Adoro a textura que esta fruta confere à massa dos bolos. Ficam sempre macios e com um sabor delicioso. Para além de que são óptimos para aproveitar aquelas bananas maduras que estão na fruteira há uma eternidade e já ninguém lhes pega. Ou para as bananas congeladas que esperam os dias mais quentes, a fim de serem transformadas em gelado.

A receita de hoje é especial. É diferente e saudável, sem glúten e sem açúcares refinados, dá para acreditar?! "Nem Acredito Que é Saudável" é o blog da Sara, onde ela apresenta as suas receitas, deliciosas e saudáveis mas com uma mestria e aspecto tentador que nos leva a duvidar. Só ao lermos a lista de ingredientes nos apercebemos que afinal as receitas são mesmo saudáveis. No início de Março, a Sara publicou este bolo de banana. Sendo eu apreciador do dito, assim que vi as imagens quis logo ir para a cozinha experimentar a receita. O bolo tinha mesmo bom aspecto e... não dava para acreditar que era saudável! Tinha todos os ingredientes em casa e estavam reunidas as condições para meter as mãos na massa. E bendita a hora em que o fiz, pois este é um dos melhores bolos de banana que já comi. Experimentem esta receita e garanto que não se arrependem.


Bolo de Banana e Trigo Sarraceno
(receita adaptada do blog "Nem Acredito Que é Saudável")

Ingredientes:
| 230 g de farinha de trigo sarraceno
| 1/2 c. (chá) de fermento
| 1/2 c. (chá) de sal
| 80 g açúcar de coco (ou xilitol)
| 2 bananas em puré
| 20 g de manteiga de amendoim
| 50 g de óleo de coco
| 1 c. (chá) de essência de baunilha
| 50 ml de leite vegetal
| 2 ovos
| 40 g de amêndoas, picadas
| 60 g de chocolate com 70% de cacau, picado
| 2 bananas em fatias
| 1 c. (sopa) de açúcar de coco

Preparação:
1 . Pré-aqueça o forno a 180ºC. Unte com óleo de coco uma forma de aro amovível com 20cm de diâmetro. Forre com papel vegetal e volte a untar.

2 . Numa taça misture a farinha, o fermento, o sal e o açúcar de coco (ou xilitol).

3 . Noutra taça misture as bananas em puré, a manteiga de amendoim , o óleo de coco, a essência de baunilha, o leite e os ovos. Bata tudo até ficar bem misturado.

4 . Junte o conteúdo das duas taças e bata novamente. Delicadamente envolva as amêndoas picadas e o chocolate.

5 . No fundo da forma coloque as bananas em fatias e polvilhe com açúcar de coco.

6 . Coloque a massa do bolo sobre as fatias de banana e leve ao forno durante 40-45 minutos, até o bolo estar cozido no centro.

7 . Retire do forno, deixe arrefecer alguns minutos e depois desenforme.

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Golden Milk | Leite Dourado


Estou a tentar recuperar de uma valente constipação. Com os dias agora maiores, as temperaturas mais amenas e a Primavera já a querer espreitar, pensava eu que tinha passado imune aos dias frios do Inverno. Estava enganado e fui apanhado desprevenido. Não sendo eu o tipo de pessoa que ao mínimo sintoma de uma constipação vai a correr para o médico, gosto de recorrer a mesinhas e remédios caseiros. Daqueles que as nossas mães e as nossas avós faziam. Lembro-me tão bem do xarope de cenoura e mel e do xarope de cebola que a minha mãe fazia e me dava a tomar quando eu adoecia em criança. Claro que a dedicação e o amor materno também faziam acelerar o processo da cura, mas era um facto que aqueles remédios caseiros funcionavam mesmo.
Depois havia a chávena de leite ao deitar. Bem, aqui é que não me convenciam, de todo. À excepção do chá e do café, dos quais sou bastante apreciador, nunca fui muito adepto de bebidas quentes. E quando falamos de leite, as minhas recordações não são mesmo as mais felizes. A minha mãe, praticamente, obrigava-me a beber o leite ainda quente, adoçado com mel ou açúcar e eu detestava aquele sabor. Já podem imaginar o desfecho da situação, que ainda hoje me traz dissabores e faz com que eu deteste beber leite simples. Felizmente, existe agora toda uma variedade de alternativas ao leite de origem animal, que na altura eram praticamente inexistentes.


Até ao dia em que ouvi falar de Leite Dourado e das suas propriedades anti-inflamatórias e decidi ir pesquisar. Só pelo facto de ser uma receita na qual podemos usar uma bebida vegetal, isso deixou-me muito mais feliz. Quanto à curcuma ou Açafrão-da-Índia, a especiaria que dá a tonalidade amarela a esta bebida, eu já conhecia as suas propriedades, pois já a usava noutros pratos, cá em casa. Mas nunca me tinha ocorrido usá-la numa bebida e daí tirar todos os seus benefícios para a saúde. Acreditem, este é mesmo um dos melhores remédios naturais que, se consumido com frequência ajuda a reforçar o sistema imunitário e, dessa forma, previne gripes e constipações.

Esta é mais uma receita que preparei em colaboração com o site Alegro, para acompanhar o artigo mensal "Curcuma, Um Poderoso Anti-Inflamatório Natural", que podem ler na íntegra aqui. Neste artigo podem ficar a conhecer melhor esta especiaria poderosa bem como os benefícios que o seu consumo acarreta para a saúde. Fiquem também a conhecer algumas receitas nas quais podem usar a curcuma, entre elas este Leite Dourado.


(artigo mensal escrito em colaboração com o site Alegro)

Curcuma, Um Poderoso Anti-inflamatório Natural

Curcuma, também conhecida como Açafrão-da-Índia ou Curcuma Longa é uma especiaria única, da família do gengibre, com excelentes propriedades benéficas, graças à curcumina - uma substância que proporciona uma extraordinária capacidade antioxidante e anti-inflamatória natural. Oriunda da Índia, esta raiz de cor amarela é usada há séculos como corante e pode ser encontrada em pó ou na forma de raiz, sendo uma óptima aliada dos nossos pratos, mas acima de tudo, da nossa saúde.

Propriedades e Benefícios da Curcuma

A destacar obrigatoriamente o excelente poder anti-inflamatório natural da curcuma, propriedade que, como já foi referido, se deve à presença de uma substância chamada curcumina. Outro dos seus óptimos benefícios é o efeito protector e purificador do fígado. A curcuma recomenda-se, portanto, em qualquer doença hepática ou relacionada com a vesícula biliar, uma vez que ajuda a expulsar a bílis e a eliminar as pedras biliares. Para quem padece de uma digestão lenta e pesada, é recomendável o consumo de curcuma. Em pratos elaborados ​​ou com alto teor de gordura, este tempero melhora a digestão, uma vez que a curcuma melhora a degradação das gorduras. Para quem tende a ter o colesterol e os triglicéridos altos, esta especiaria pode ser uma grande ajuda. A curcuma é considerada um dos melhores remédios naturais (...)

(leiam oa artigo completo aqui)

Golden Milk | Leite Dourado

Ingredientes:
| 500 ml de bebida vegetal (usei de arroz e aveia)       
| 1 pitada de baunilha em pó
| 1 c. (chá) de óleo de coco
| 1 pedaço com 4 cm de curcuma fresca ralada      
| 1 c. (chá) de curcuma em pó
| 1 pedaço com 2 cm de gengibre fresco ralado 
| 1 pau de canela
| 1 estrela de anis
| 4 vagens de cardamomo
| 1 pitada de pimenta preta moída
| 1 c. (chá) de mel (ou xarope de agáve)

Preparação:
1 . Leve um tachinho pequeno ao lume com a bebida vegetal até levantar fervura. 

2 . Junte os restantes ingredientes, à excepção do mel e ferva cerca de 5 a 10 minutos para infundir os aromas.

3 . Mexa ocasionalmente com uma vara de arames.

4 . Desligue o lume e adicione o mel para adoçar.

5 . Coe o preparado e sirva ainda quente.

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