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Galette des Rois de Pistácio e Framboesa


E de repente estamos em 2020! Um virar de página no calendário, o início de uma nova década e toda uma série de novas oportunidades para aproveitar melhor a vida e ir em busca da felicidade. Nem sempre é fácil, pois a felicidade muitas vezes está camuflada ou escondida nas pequenas coisas. Nos momentos relâmpago que tantas vezes nos passam despercebidos. Damos demasiada importância ao que não interessa. Estamos tão preocupados em atingir os nossos objectivos e a chegar ao destino que traçámos, que não aproveitamos os pequenos momentos, não apreciamos a viagem. E quando damos por isso já é tarde, a vida passou e nós deixámos escapar a felicidade. Cabe a cada um de nós fazer com que cada dia valha a pena, manter próximas as pessoas luz e afastar as pessoas tóxicas. Ir ao encontro do que realmente importa, do que nos faz sentir bem. E estar mais vezes com  quem gostamos e com quem nos acrescenta algo. Fazer o bem todos os dias, contribuindo assim de forma positiva e enriquecedora, para as nossas vidas e de quem nos rodeia. Só assim a vida faz sentido.


O ano de 2019 não foi fácil. Quando pensamos que tudo está bem, que a viagem está a tomar o rumo certo, vem a vida relembrar que somos humanos e que não somos heróis. Que não mandamos nada nisto e que também caímos, muitas vezes sem saber porquê. Levamos um soco no estômago e sentimos o mundo desabar. E aos poucos, muito devagarinho, vamos-nos levantando e ganhando forças. Às vezes basta um susto para nos fazer mudar de direcção e assim passarmos a olhar para a vida de forma diferente. E nessas alturas é urgente abrandar e desconectar. Estar próximo de quem amamos e dar importância ao que nos faz realmente felizes. Não sei o que me reserva este novo ano, mas sei que quero vivê-lo mais devagar, quero apreciar e aproveitar cada dia, cuidar mais de mim e dos meus. Sem pressas, sem planos, sem resoluções, apenas viver, um dia de cada vez.

De uma coisa tenho a certeza, vou continuar a cozinhar e a partilhar as minhas receitas. É algo que adoro fazer e que me deixa verdadeiramente feliz. Por isso aqui estou eu com a primeira receita do ano, preparada para celebrar o Dia de Reis e dar por encerrada esta época de festividades. Neste dia é normal haver Bolo Rei para celebrar, mas confesso que já não posso ver bolo rei à frente. O mais provável, havendo ainda sobras, é transformá-las nestes Queques de Bolo Rei ou nestes Pudins de Bolo Rei. Opto assim por receitas diferentes neste dia. Para este ano escolhi algo que adoro, típico nesta altura do ano e muito tradicional na gastronomia francesa. Já havia experimentado antes a Galette des Rois tradicional e também uma versão mais arrojada, esta Galette des Rois de Chocolate e Avelã. Mas não resisti a uma outra versão, partilhada pela querida Patrícia, no seu blog Coco e Baunilha. A combinação de pistácio e framboesa é algo que me desperta os sentidos. E em boa hora fiz esta galette, pois é mesmo deliciosa. Uma conjugação perfeita e equilibrada de sabores que se torna irresistível.






Galette des Rois de Pistácio e Framboesa
(receita adaptada do blog Coco e Baunilha)

Ingredientes:
| 2 bases de massa folhada de compra
| 100 g de amêndoa moída
| 20 g de amido de milho
| 150 g de açúcar em pó
| 125 g de manteiga fria
| 2 ovos
| 1 c. (sopa) de pasta de pistácio*
| 1 c. (chá) de pasta de baunilha
| 80 g de framboesas
| 1 gema
| 1 c. (sopa) de água
| xarope de Agave para pincelar

*Nota: caso não encontre a pasta de pistácio à venda, basta adicionar 75 g de pistácios salgados e sem a casca à amêndoa moída no passo 1. da receita e triturar.

Preparação:
1 . Num processador de alimentos triture a amêndoa, o amido de milho e o açúcar em pó. Junte a manteiga fria, em cubos, e volte a triturar até obter uma mistura areada.

2 . Adicione os ovos, a pasta de pistácio, a baunilha e misture até ficar homogéneo. Reserve no frigorífico até usar.

3 . Disponha uma das bases de massa folhada sobre um tabuleiro e com a ajuda de uma forma, recorte um círculo com cerca de 26 cm. Descarte o excedente de massa.

4 . Espalhe e alise o creme de pistácio sobre a massa folhada, deixando uma margem de 2 cm em toda a volta. Espalhe por cima as framboesas e pressione-as ligeiramente para ficarem submersas na massa.

5 . Misture a gema de ovo com a água e pincele a margem de massa que não tem o creme.

6 . Recorte o segundo círculo de massa folhada, este ligeiramente maior que o primeiro, com cerca de 27 cm. Disponha o círculo de massa sobre o creme, centrado com o primeiro círculo. Pressione ligeiramente em toda a volta com os dedos, por forma a selar as massas.

7 . Pincele a superfície da galette com a mistura de gema e água e reserve no frigorífico durante 1 hora.

8 . Pincele novamente a galette com a gema e com as costas de uma faca faça alguns desenhos a gosto. Faça um ou dois furos na superfície para a libertação de vapores.

9 . Pré-aqueça o forno a 200ºC e entretanto reserve a galette no frigorífico.

10. Leve a galette ao forno durante cerca de 35-40 minutos, até ficar bem dourada. Se necessário baixe a temperatura para os 180ºC a meio da cozedura. Retire a galette do forno e pincele com xarope de Agave.







Brownies de Abacate e Avelã


Estou oficialmente de férias. É chegada a altura de despir o avental, de arrumar os tachos e de me afastar da cozinha durante uns tempos. Mas não irei sem antes partilhar aqui uma receita doce para alegrar os vossos dias. Agora que a maioria de vocês já regressou é a minha vez de aproveitar estes últimos dias de Verão. Chega esta altura do ano em que só apetece abrandar e aproveitar todos os segundos para descansar. O corpo pede e a mente agradece. E para ajudar temos este lindo mês de Setembro que nunca desilude. Com os dias mais pequenos mas ainda quentes e solarengos. Dias de luz que ainda permitem muitas idas à praia e muitos mergulhos no mar. Irei rumar ao meu querido sul, que sempre me recebe e trata tão bem. Aos sítios onde sou sempre tão feliz e aos quais o meu coração já pertence. Funciona quase como uma terapia da qual já não consigo abdicar, dias cheios, de praias meio vazias, de muito sol, sal e mar. De paisagens únicas e de natureza genuína.


Mas vamos ao que interessa, a receita destes deliciosos brownies. Se antes já tinha aqui partilhado os melhores brownies da minha vida, agora que experimentei estes fico com dúvidas. São diferentes em termos de sabor, mas a textura, essa continua húmida e densa, tal como eu gosto num brownie. E se a courgette funciona como elemento fundamental que confere humidade à massa, então porque não experimentar o abacate?! Bem dita a hora em que o fiz, pois estes pequenos quadrados de prazer não deixam ninguém indiferente. Podem não ser os brownies mais lindos mas garanto que são deliciosos. Esta acaba por ser uma receita mais saudável, pois não leva qualquer gordura adicionada, para além daquela que está naturalmente presente no abacate e que é uma gordura saudável e também do Óleo de Abacate Fula Nativos, um óleo de origem 100% vegetal, saudável e muito leve. Este é um óleo virgem, bastante nutritivo, de textura consistente e sabor encorpado que pode ser usado para marinar, saltear, fritar ou para fazer bolos fofos e húmidos. 







Brownies de Abacate e Avelã

Ingredientes:
| 200 g de chocolate negro
| 2 abacates médios

| 200 g de açúcar amarelo
| 3 ovos
| 1 c. (chá) de extrato de baunilha
| 125 g de farinha de avelã (avelãs moídas)
| 30 g de cacau em pó
| 1 c. (chá) de fermento em pó                                                                   
| 1 pitada de sal
| 50 g de avelãs torradas 
{para a cobertura}
| 1 abacate
| 3 c. (sopa) de cacau em pó
| 3 c. (sopa) de xarope de Agave
| cacau em pó para polvilhar

Notas:
  • Convém usar um chocolate negro de qualidade e com pelo menos 70% de cacau.
  • O açúcar amarelo pode ser substituído por açúcar de coco, reduzindo a quantidade.
  • Para obter a farinha de avelã basta colocar as avelãs num processador e triturar alguns segundos até obter uma mistura areada. Podem substituir as avelãs por amêndoas ou nozes.
  • Os Brownies podem ser conservados no frigorifico, em recipiente hermético durante pelo menos 4 dias. Antes de consumir convém deixar-los alguns minutos à temperatura ambiente.

Preparação:
1 . Pré-aqueça o forno a 180ºC. Forre um tabuleiro de 25cm x 25cm com papel vegetal e reserve.

2 . Pique grosseiramente o chocolate negro e leve-o a derreter em banho-maria juntamente com o Óleo de Abacate Fula Nativos. Mexa bem até o chocolate estar completamente derretido.

3 . Esmague o abacate com um garfo até ficar em puré. Coloque numa taça, junte o chocolate derretido e envolva. Adicione o açúcar, os ovos e a baunilha e misture bem.

4 . Junte a farinha de avelã, o cacau em pó, o fermento e o sal e volte a misturar até obter uma massa homogénea.

5 . Por fim junte as avelãs torradas e ligeiramente partidas e envolva na massa.

6 . Verta a massa para o tabuleiro e leve ao forno durante 25 minutos. Retire o brownie do forno e deixe que arrefeça por completo. 

7 . Entretanto prepare a cobertura. Num processador ou liquidificadora coloque o abacate, o cacau em pó e o xarope de Agave. Processe alguns segundos até obter um creme liso.

8 . Cubra a superfície do brownie com o creme de abacate e cacau e polvilhe com cacau em pó e avelãs.






Cheesecake Vegan de Chocolate e Café


Finalmente a primavera! Amo esta estação do ano, com a sua luz, as temperaturas amenas e os tons coloridos que se espalham pelos campos. Tem tanto de linda como de inspiradora. Os raios de sol espreitam lá fora e têm o dom de nos deixar mais felizes. Queremos sair de casa, estar em contacto com a natureza, sentir os pés na terra. Ler um livro enquanto ouvimos apenas o chilrear dos pássaros ou dar um passeio à beira mar. És tão linda, primavera!

Na cozinha fervilham-se ideias de receitas que queremos experimentar e cuja inspiração vem de toda a parte. Confesso que nesta altura do ano é a natureza que mais me inspira, em particular as flores. São tantas e de tantas cores que é tão fácil imaginarmos cenários de receitas com elas, em bolinhos a condizer. Existem por toda a parte e dificilmente resistimos a trazer algumas para casa para colocar numa jarra. As minhas preferidas são as magnólias, mas também gosto das flores das amendoeiras, das cerejeiras e dos marmeleiros. O contraste da cor rosa suave com aquele verde hipnotizante das folhas é de uma beleza verdadeiramente inigualável.


Inigualável é também a combinação de chocolate e café. Das minhas preferidas e que já experimentei em várias receitas como este Bolo Intenso de Chocolate e Café. Inspirado nesta dupla irresistível e também nestes dias lindos de primavera, preparei uma tarte ou cheesecake vegan, totalmente cru, feito apenas com ingredientes naturais e que tem tanto de delicioso como de saudável. É uma alternativa aos cheesecakes tradicionais, mas aqui numa versão sem qualquer ingrediente de origem animal, sem glúten, sem lactose e sem açúcares processados. Adianto já que não fica nada atrás do cheesecake tradicional, tanto em termos de textura como de sabor e esta é uma sobremesa que veio para ficar e para experimentar com outras combinações. Nem há a necessidade de ligar o forno para preparar esta sobremesa tão simples, com ingredientes saudáveis e que resulta na perfeição. A base é feita com tâmaras e farinha de aveia mas a "piece de resistance" deste cheesecake é mesmo o recheio, preparado com caju natural e leite de coco e que fica com uma cremosidade incrível. A baunilha vem dar aquele toque irresistível que complementa tão bem o chocolate e o café. A cobertura resume-se a uma deliciosa camada de creme de coco e cacau. É daquelas sobremesas que pedem para repetir e que se podem comer sem culpas. 


Cheesecake Vegan de Chocolate e Café
(receita adaptada de @deliciousmartha)

Ingredientes:
{para a base}
| 1 c. (sopa) de óleo de coco
| 80 g de tâmaras
| 15 g de cacau em pó
| 50 g de farinha de aveia
{para o recheio}
| 245 g de caju natural
| 185 g de leite de coco
| 1 c. (chá) de pasta de baunilha
| 40 g de tâmaras
| 2 c. (chá) de agar-agar 
| 250 ml de café expresso
{para a cobertura}
| 200 g de creme de coco (a parte sólida da lata de leite de coco)
| 20 g de cacau em pó
| 30 g de de Maple Syrup (ou Agáve)

Preparação:
1 . Comece por colocar os cajus numa taça de vidro, deixando-os de molho em água fervente durante 10 minutos. Reserve.

2 . Coloque todos os ingredientes da base num robot ou processador de alimentos e triture até obter uma massa moldável. Transfira para uma forma de aro amovível com Ø15cm e pressione com os dedos formando a base da tarte.

3 . Aqueça o leite de coco até ferver, adicione o agar-agar e mexa durante dois minutos. Retire do lume e reserve.

4 . Triture os cajus no processador (descarte a água) durante 1-2 minutos com os restantes ingredientes do recheio. Adicione o leite de coco e o agar-agar e misture com uma espátula. Verta o recheio na forma, sobre a base, e leve a refrigerar.

5 . Bata o creme de coco juntamente com o cacau e o xarope até atingir a consistência desejada. Espalhe a mistura sobre o recheio e alise com uma espátula. Leve novamente a refrigerar e no momento de servir polvilhe com cacau em pó (opcional) e sirva com nibs de cacau.

Golden Milk | Leite Dourado


Estou a tentar recuperar de uma valente constipação. Com os dias agora maiores, as temperaturas mais amenas e a Primavera já a querer espreitar, pensava eu que tinha passado imune aos dias frios do Inverno. Estava enganado e fui apanhado desprevenido. Não sendo eu o tipo de pessoa que ao mínimo sintoma de uma constipação vai a correr para o médico, gosto de recorrer a mesinhas e remédios caseiros. Daqueles que as nossas mães e as nossas avós faziam. Lembro-me tão bem do xarope de cenoura e mel e do xarope de cebola que a minha mãe fazia e me dava a tomar quando eu adoecia em criança. Claro que a dedicação e o amor materno também faziam acelerar o processo da cura, mas era um facto que aqueles remédios caseiros funcionavam mesmo.
Depois havia a chávena de leite ao deitar. Bem, aqui é que não me convenciam, de todo. À excepção do chá e do café, dos quais sou bastante apreciador, nunca fui muito adepto de bebidas quentes. E quando falamos de leite, as minhas recordações não são mesmo as mais felizes. A minha mãe, praticamente, obrigava-me a beber o leite ainda quente, adoçado com mel ou açúcar e eu detestava aquele sabor. Já podem imaginar o desfecho da situação, que ainda hoje me traz dissabores e faz com que eu deteste beber leite simples. Felizmente, existe agora toda uma variedade de alternativas ao leite de origem animal, que na altura eram praticamente inexistentes.


Até ao dia em que ouvi falar de Leite Dourado e das suas propriedades anti-inflamatórias e decidi ir pesquisar. Só pelo facto de ser uma receita na qual podemos usar uma bebida vegetal, isso deixou-me muito mais feliz. Quanto à curcuma ou Açafrão-da-Índia, a especiaria que dá a tonalidade amarela a esta bebida, eu já conhecia as suas propriedades, pois já a usava noutros pratos, cá em casa. Mas nunca me tinha ocorrido usá-la numa bebida e daí tirar todos os seus benefícios para a saúde. Acreditem, este é mesmo um dos melhores remédios naturais que, se consumido com frequência ajuda a reforçar o sistema imunitário e, dessa forma, previne gripes e constipações.

Esta é mais uma receita que preparei em colaboração com o site Alegro, para acompanhar o artigo mensal "Curcuma, Um Poderoso Anti-Inflamatório Natural", que podem ler na íntegra aqui. Neste artigo podem ficar a conhecer melhor esta especiaria poderosa bem como os benefícios que o seu consumo acarreta para a saúde. Fiquem também a conhecer algumas receitas nas quais podem usar a curcuma, entre elas este Leite Dourado.


(artigo mensal escrito em colaboração com o site Alegro)

Curcuma, Um Poderoso Anti-inflamatório Natural

Curcuma, também conhecida como Açafrão-da-Índia ou Curcuma Longa é uma especiaria única, da família do gengibre, com excelentes propriedades benéficas, graças à curcumina - uma substância que proporciona uma extraordinária capacidade antioxidante e anti-inflamatória natural. Oriunda da Índia, esta raiz de cor amarela é usada há séculos como corante e pode ser encontrada em pó ou na forma de raiz, sendo uma óptima aliada dos nossos pratos, mas acima de tudo, da nossa saúde.

Propriedades e Benefícios da Curcuma

A destacar obrigatoriamente o excelente poder anti-inflamatório natural da curcuma, propriedade que, como já foi referido, se deve à presença de uma substância chamada curcumina. Outro dos seus óptimos benefícios é o efeito protector e purificador do fígado. A curcuma recomenda-se, portanto, em qualquer doença hepática ou relacionada com a vesícula biliar, uma vez que ajuda a expulsar a bílis e a eliminar as pedras biliares. Para quem padece de uma digestão lenta e pesada, é recomendável o consumo de curcuma. Em pratos elaborados ​​ou com alto teor de gordura, este tempero melhora a digestão, uma vez que a curcuma melhora a degradação das gorduras. Para quem tende a ter o colesterol e os triglicéridos altos, esta especiaria pode ser uma grande ajuda. A curcuma é considerada um dos melhores remédios naturais (...)

(leiam oa artigo completo aqui)

Golden Milk | Leite Dourado

Ingredientes:
| 500 ml de bebida vegetal (usei de arroz e aveia)       
| 1 pitada de baunilha em pó
| 1 c. (chá) de óleo de coco
| 1 pedaço com 4 cm de curcuma fresca ralada      
| 1 c. (chá) de curcuma em pó
| 1 pedaço com 2 cm de gengibre fresco ralado 
| 1 pau de canela
| 1 estrela de anis
| 4 vagens de cardamomo
| 1 pitada de pimenta preta moída
| 1 c. (chá) de mel (ou xarope de agáve)

Preparação:
1 . Leve um tachinho pequeno ao lume com a bebida vegetal até levantar fervura. 

2 . Junte os restantes ingredientes, à excepção do mel e ferva cerca de 5 a 10 minutos para infundir os aromas.

3 . Mexa ocasionalmente com uma vara de arames.

4 . Desligue o lume e adicione o mel para adoçar.

5 . Coe o preparado e sirva ainda quente.

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