Golden Milk | Leite Dourado


Estou a tentar recuperar de uma valente constipação. Com os dias agora maiores, as temperaturas mais amenas e a Primavera já a querer espreitar, pensava eu que tinha passado imune aos dias frios do Inverno. Estava enganado e fui apanhado desprevenido. Não sendo eu o tipo de pessoa que ao mínimo sintoma de uma constipação vai a correr para o médico, gosto de recorrer a mesinhas e remédios caseiros. Daqueles que as nossas mães e as nossas avós faziam. Lembro-me tão bem do xarope de cenoura e mel e do xarope de cebola que a minha mãe fazia e me dava a tomar quando eu adoecia em criança. Claro que a dedicação e o amor materno também faziam acelerar o processo da cura, mas era um facto que aqueles remédios caseiros funcionavam mesmo.
Depois havia a chávena de leite ao deitar. Bem, aqui é que não me convenciam, de todo. À excepção do chá e do café, dos quais sou bastante apreciador, nunca fui muito adepto de bebidas quentes. E quando falamos de leite, as minhas recordações não são mesmo as mais felizes. A minha mãe, praticamente, obrigava-me a beber o leite ainda quente, adoçado com mel ou açúcar e eu detestava aquele sabor. Já podem imaginar o desfecho da situação, que ainda hoje me traz dissabores e faz com que eu deteste beber leite simples. Felizmente, existe agora toda uma variedade de alternativas ao leite de origem animal, que na altura eram praticamente inexistentes.


Até ao dia em que ouvi falar de Leite Dourado e das suas propriedades anti-inflamatórias e decidi ir pesquisar. Só pelo facto de ser uma receita na qual podemos usar uma bebida vegetal, isso deixou-me muito mais feliz. Quanto à curcuma ou Açafrão-da-Índia, a especiaria que dá a tonalidade amarela a esta bebida, eu já conhecia as suas propriedades, pois já a usava noutros pratos, cá em casa. Mas nunca me tinha ocorrido usá-la numa bebida e daí tirar todos os seus benefícios para a saúde. Acreditem, este é mesmo um dos melhores remédios naturais que, se consumido com frequência ajuda a reforçar o sistema imunitário e, dessa forma, previne gripes e constipações.

Esta é mais uma receita que preparei em colaboração com o site Alegro, para acompanhar o artigo mensal "Curcuma, Um Poderoso Anti-Inflamatório Natural", que podem ler na íntegra aqui. Neste artigo podem ficar a conhecer melhor esta especiaria poderosa bem como os benefícios que o seu consumo acarreta para a saúde. Fiquem também a conhecer algumas receitas nas quais podem usar a curcuma, entre elas este Leite Dourado.


(artigo mensal escrito em colaboração com o site Alegro)

Curcuma, Um Poderoso Anti-inflamatório Natural

Curcuma, também conhecida como Açafrão-da-Índia ou Curcuma Longa é uma especiaria única, da família do gengibre, com excelentes propriedades benéficas, graças à curcumina - uma substância que proporciona uma extraordinária capacidade antioxidante e anti-inflamatória natural. Oriunda da Índia, esta raiz de cor amarela é usada há séculos como corante e pode ser encontrada em pó ou na forma de raiz, sendo uma óptima aliada dos nossos pratos, mas acima de tudo, da nossa saúde.

Propriedades e Benefícios da Curcuma

A destacar obrigatoriamente o excelente poder anti-inflamatório natural da curcuma, propriedade que, como já foi referido, se deve à presença de uma substância chamada curcumina. Outro dos seus óptimos benefícios é o efeito protector e purificador do fígado. A curcuma recomenda-se, portanto, em qualquer doença hepática ou relacionada com a vesícula biliar, uma vez que ajuda a expulsar a bílis e a eliminar as pedras biliares. Para quem padece de uma digestão lenta e pesada, é recomendável o consumo de curcuma. Em pratos elaborados ​​ou com alto teor de gordura, este tempero melhora a digestão, uma vez que a curcuma melhora a degradação das gorduras. Para quem tende a ter o colesterol e os triglicéridos altos, esta especiaria pode ser uma grande ajuda. A curcuma é considerada um dos melhores remédios naturais (...)

(leiam oa artigo completo aqui)

Golden Milk | Leite Dourado

Ingredientes:
| 500 ml de bebida vegetal (usei de arroz e aveia)       
| 1 pitada de baunilha em pó
| 1 c. (chá) de óleo de coco
| 1 pedaço com 4 cm de curcuma fresca ralada      
| 1 c. (chá) de curcuma em pó
| 1 pedaço com 2 cm de gengibre fresco ralado 
| 1 pau de canela
| 1 estrela de anis
| 4 vagens de cardamomo
| 1 pitada de pimenta preta moída
| 1 c. (chá) de mel (ou xarope de agáve)

Preparação:
1 . Leve um tachinho pequeno ao lume com a bebida vegetal até levantar fervura. 

2 . Junte os restantes ingredientes, à excepção do mel e ferva cerca de 5 a 10 minutos para infundir os aromas.

3 . Mexa ocasionalmente com uma vara de arames.

4 . Desligue o lume e adicione o mel para adoçar.

5 . Coe o preparado e sirva ainda quente.

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Patas de Veado


Patas de Veado. Um bolo da minha infância que me traz memórias tão felizes. Faz-me lembrar das minhas idas ao mercado da vila, em criança, todos os domingos. Ia com a minha mãe fazer as compras da semana e ela fazia sempre questão de me comprar um bolo. Ou quase sempre. Isto porque, mesmo em frente da banca dos bolos, vivia a Dona Alda, a minha professora da primária. Pessoa muito estimada por todos, foi ela quem me ensinou a ler e a escrever. Era muito comum vê-la à janela, a falar com as pessoas e observando quem passava. Assim que ela nos via, fazia questão de descer para nos cumprimentar e oferecia-me sempre um bolo. Dava-me a escolher perante uma montra irresistível de doces tentações de doçaria tradicional portuguesa. Os meus preferidos eram o Bolo de Arroz, a Bola de Berlim e, quase sempre, a Pata de Veado. Adorava lambuzar-me com aquele bolo fofo cuja combinação de doce de ovos e coco despertava os meus sentidos. Eram domingos muito felizes, aqueles!


À medida que nos vamos tornando adultos, também os nossos gostos e preferências vão mudando e a verdade é que não me lembrava da última vez que tinha comido uma Pata de Veado. Até que vi a receita no novo livro "Uma Pastelaria em Casa" da La Dolce Rita. Quando olhei para as imagens os meus olhos brilharam e eu quis voltar ao mercado da terra, ao conforto do abraço da minha professora. Hoje certamente, passados mais de trinta anos, ela não me reconheceria, mas eu ficaria muito feliz em voltar a abraçá-la. 

A receita ficou à espera de ser feita, mas entretanto aparecem a Susana e a Lia com o seu desafio mensal, o Sweet World Challenge. E este foi o empurrão que eu precisava para fazer as Patas de Veado. Não procurei outra receita e segui à letra a da Rita. À partida pode parecer uma receita cheia de técnica e um pouco difícil, mas desenganem-se. A receita é simples, apenas requer alguma perícia na parte final, em que temos de barrar com creme de ovos e forrar com coco ralado. O resultado é de facto compensador e excelente. Não são as Patas de Veado da minha infância, mais húmidas, talvez pela adição de uma calda de açúcar. Mas pessoalmente, acho que a calda não vem acrescentar muito à receita, que por si só já resulta num bolo fofo e húmido. Se forem mais gulosos, fiquem à vontade para duplicar a receita do creme de ovos. A receita rende cerca de 6 Patas de Veado, mas eu cortei a torta em 4, de forma a que as patas ficassem mais altas, tornando-as mais expressivas. 


Patas de Veado
(receita adaptada do livro "Uma Pastelaria em Casa" de Rita Nascimento)

Ingredientes: (receita para 4-6 patas)
{para a massa} (Pão-de-Ló)
| 3 ovos
| 100 g de açúcar
| 75 g de farinha tipo 55 s/fermento
| açúcar p/ polvilhar

{para o recheio e cobertura} (Creme de Ovos)
| 150 g de açúcar
| 75 ml de água
| 5 gemas
| 5 g de amido de milho
| 10 g de manteiga
| coco ralado qb
| canela em pó qb

Preparação:
1 . Comece por preparar o creme de ovos, colocando o açúcar e a água num tacho, mexendo até o açúcar dissolver. Leve ao lume, parando de mexer, até atingir o ponto de pérola (107ºC). Retire do lume e deixe arrefecer por 5 a 10 minutos.

2 . À parte bata as gemas e misture o amido, incorporando bem para não ficar com grumos. Depois de a calda ter arrefecido, junte-a em fio às gemas. Verta toda a mistura de novo para o tacho e leve a engrossar em lume muito brando, mexendo sempre até que o doce espesse. Deixe o creme ferver por 1-2 minutos, sem para de mexer.

3 . Retire do lume e incorpore a manteiga fria, cortada em pedaços, continuando a mexer para que derreta e se integre bem no creme. Conserve no frigorífico com película aderente colada à superfície, até estar completamente frio.

4 . Bata os ovos com o açúcar por cerca de 5 minutos, até ficarem esbranquiçados e com o triplo do volume.

5 . Misture com delicadeza e em duas ou três adições a farinha peneirada. Envolva suavemente, de maneira que a farinha fique toda incorporada, mas sem o preparado perder volume.

6 . Unte e forre com papel vegetal, untando-o também ligeiramente, um tabuleiro com cerca de 30 x 40 cm. Verta a massa para o tabuleiro numa camada fina e leve ao forno preaquecido a 180ºC durante 7-10 minutos, até a massa ficar dourada.

7 . Desenforme para cima de um pano limpo polvilhado com açúcar. Remova cuidadosamente o papel vegetal e enrole de imediato em forma de torta, com o pano por dentro como se fosse o recheio, e deixe arrefecer (ao ser enrolada quente, a torta não vai rachar, e poderá depois ser recheada já fria sem o risco de o creme derreter).

8 . Depois de fria, desenrole a torta do pano. Espalhe creme numa camada uniforme, deixando uma margem de 1-2 cm na ponta menos enrolada, para que o creme não transborde, e enrole de novo como antes, aconchegando bem. Corte a torta em 3 pedaços e de novo a meio de cada pedaço, na diagonal, obtendo 6 patas de veado (eu cortei de forma a obter 4 patas).

9 . Barre ligeiramente as laterais e o topo com mais creme de ovos. Passe as laterais por coco ralado e no topo trace a meio um risco de canela. Conserve no frigorífico.

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Charlotte de Frutos Vermelhos


É incrível o facto de já estarmos praticamente a meio de Fevereiro. O ano começou apenas há algumas semanas atrás e o primeiro trimestre está a passar tão rápido. Não me quero queixar do tempo (ou da falta dele) pois o tempo é aquilo que fazemos dele. Mas são tantas as coisas que queremos fazer, as pessoas com quem queremos estar, os momentos especiais que queremos viver, que às vezes dava jeito que os dias e as semanas fossem realmente maiores. Ou pelo menos que os fins de semana fossem mais lentos. Como não posso acrescentar horas aos meus dias, resta-me planear os meus tempos livres por forma a fazer aquilo que mais gosto e me deixa feliz.


Este é o mês do amor. Celebra-se o Dia de S. Valentim ou dia dos namorados. Confesso que não sou um fã incondicional desta data. Talvez pelo peso comercial que foi adquirindo ao longo dos anos. Mas acho importante celebrar como forma de reforçar o quanto gostamos daqueles que nos são queridos. Claro que o amor deverá estar sempre presente nos pequenos gestos do dia-a-dia. Mas nesta data torna-se importante e agradável fazer algo diferente, sair um pouco da rotina diária e mostrar o quanto gostamos daquela pessoa. Preparar um jantar romântico, fazer uma sobremesa requintada ou mesmo uma ida ao cinema é uma forma de demonstrarmos o nosso amor por alguém. Porque às vezes sabe bem abrandar, aqui vamos fazer uma pausa, escolhemos uma escapadinha romântica e vamos assim aproveitar o tempo para passear e mudar de ares.

Fiz também uma sobremesa, que apesar de requintada é muito simples de preparar. Quando a idealizei pensei logo em frutos vermelhos. É a cor da paixão, por isso este teria de ser o ingrediente chave. Mas o que torna especial esta sobremesa são outros dois ingredientes. Usei os biscoitos Rose de Reims, da região de Champagne, em França. São uns biscoitos secos e delicados, parecidos com os palitos La Reine e muito usados em sobremesas. O outro ingrediente que escolhi para esta charlotte foi o Requeijão Light de vaca da marca Tété. Este é um requeijão mais leve que o tradicional, de cor clara, que apresenta uma textura macia e um sabor suave, que tanto pode ser degustado ao natural, acompanhado de um doce ou compota de fruta, como ser usado em receitas doces ou salgadas. Caso queiram saber mais acerca dos deliciosos produtos da marca Tété, visitem o site, aqui ou sigam a página Queijos Tété no Facebook e assim ficam a par de todas as novidades.


Charlotte de Frutos Vermelhos

Ingredientes:
| 18-20 biscoitos Rose de Reims (ou palitos La Reine)          
| 250 g de frutos vermelhos congelados
| 5 folhas de gelatina
| 250 g de requeijão (usei o Requeijão Light da Tété)
| 1 c. (chá) de sumo de limão
| 200 g de açúcar amarelo
| 500 ml de natas com 35% MG    
| frutos vermelhos frescos qb
| folhas de hortelã para decorar

Preparação:
1 . Forre o fundo de uma forma de aro amovível com papel vegetal. Forre a lateral da forma com os palitos Rose de Reims e reserve.

2 . Coloque de molho, em água fria, as folhas de gelatina.

3 . Coloque os frutos vermelhos congelados num processador e triture-os. Transfira os frutos para um tacho, adicione o açúcar e o sumo de limão e deixe ferver durante 5 minutos, mexendo de vez em quando.

4 . Desligue o lume, adicione as folhas de gelatina escorridas e mexa energicamente até se dissolverem por completo. Deixe este preparado arrefecer um pouco.

5 . Num processador coloque o requeijão e o preparado de frutos vermelhos. Triture durante 1-2 minutos.

6 . À parte bata as natas bem firmes. Aos poucos vá adicionando o preparado de frutos vermelhos às natas enquanto mexe delicadamente com uma espátula. Misture bem até o preparado ter uma cor uniforme.

7 . Verta o preparado na forma e leve ao frigorífico para solidificar (de preferência de um dia para o outro).

8 . Quando servir, retire o aro metálico da forma e decore a gosto com frutos vermelhos frescos e folhas de hortelã.

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Pão de Azeite com Azeitonas


O pão é daqueles alimentos que fazem sempre parte da minha alimentação. Não me consigo imaginar a viver sem pão. É um alimento simples mas ao mesmo tempo tão rico e saboroso. Comer uma generosa fatia de pão torrado com manteiga ao pequeno almoço é daquelas pequenas coisas que me deixam feliz. E todo o processo que envolve fazer pão é algo que me traz boas memórias e me leva a viajar até à minha infância. Ainda pequeno já metia literalmente as mãos na massa e ajudava a minha mãe a amassar o pão que era preparado com muita antecedência e cozido no forno de lenha. Fazia sempre em grandes quantidades. Alguns eram distribuídos pela família, ainda quentes e envoltos num saco de pano. Os outros eram armazenados a fim de serem consumidos durante a semana. O mais comum era o pão de trigo, algumas vezes misturado com centeio. Mas também se fazia muitas vezes o pão de milho. Como era cozido em forno de lenha, o sabor e a textura nada têm a ver com os pães industrializados que encontramos à venda hoje em dia. Aquele era pão de verdade, feito de raiz e com ingredientes genuínos. Era amassado com amor. É por isso que ainda hoje, e sempre que posso, faço o meu pão em casa.


A par do pão há outro ingrediente que me seduz, o azeite. É a gordura que mais uso cá em casa, nos meus cozinhados. E quando consigo juntar pão com azeite é ver-me feliz, principalmente se estivermos a falar do azeite proveniente da 1ª colheita, aquele que é extraído das primeiras azeitonas. Por isso todos os anos nunca perco a oportunidade de molhar o pão no azeite 1ª Colheita Oliveira da Serra. É um azeite especial que apresenta um sabor e aroma únicos, equilibradamente amargo e picante mas ao mesmo tempo frutado e selecionado de forma criteriosa a partir das azeitonas mais jovens e frescas. A Oliveira da Serra é uma marca preocupada com o bom gosto dos portugueses e por isso seleciona de forma criteriosa os lotes adequados para trazer às nossas mesas o melhor dos azeites. Aceitei da Oliveira da Serra o desafio de criar uma receita com este azeite único e, obviamente, da minha cozinha e relacionado com as minhas memórias, só podia sair um delicioso pão de azeite.

O azeite é também um ingrediente que me leva a viajar no tempo, pois o meu avô tinha as suas próprias oliveiras e produzia o seu próprio azeite. E eu, sempre que ele deixava, acompanhava-o ao lagar onde assistia a todo o processo de extração do azeite a partir das azeitonas acabadas de colher. Ali também existia o pão, sempre disponível numa cesta de verga e cortado grosseiramente em pedaços, pronto para fazer a degustação da primeira colheita de azeite. Aquele ouro liquido que escorria de uma bica e cujo aroma que deixava no ar ainda tenho guardado na memória. Já em casa, eram feitas torradas ao lume, totalmente de forma artesanal, que eram generosamente untadas com azeite e que eu me deliciava a comer. Eram tempos felizes, aqueles!


Pão de Azeite com Azeitonas

Ingredientes:
| 600 g de farinha de trigo
| 7 g de fermento seco de padeiro
| 1 c. (chá) de sal fino
| 400 ml de água tépida
| 70 ml de azeite extra virgem (usei 1ª Colheita Oliveira da Serra)    
| 100 g de azeitonas verdes e descaroçadas
| 1 c. (sopa) de Ervas de Provence
| sêmola de milho q.b.

Preparação: 
1 . Na taça da batedeira comece por misturar a farinha com o sal e o fermento.

2 . Junte a água e o azeite e comece a misturar a uma velocidade baixa, usando o gancho de mistura (caso opte pelo método manual, use uma colher de pau).

3 . Amasse durante cerca de 10-15 minutos até obter uma massa húmida e elástica (não caia na tentação de adicionar mais farinha).

4 . Corte as azeitonas em pedaços pequenos e junte-as à massa, assim como as Ervas de Provence.

5 . Amasse por mais 5 minutos e deixe depois a massa descansar e levedar à temperatura ambiente por cerca de 2 horas, no mínimo (eu preparei a massa de véspera e deixei a levedar durante toda a noite).

6 . Coloque a massa no frigorífico durante 3 horas. Isso irá ajudar a moldar o pão.

7 . Pré-aqueça o forno a 200ºC

8 . Transfira a massa para uma superfície polvilhada com sêmola de milho e forme uma bola. Faça um buraco no centro e molde de forma a obter uma coroa.

9 . Transfira para um tabuleiro de forno forrado com papel vegetal e com uma tesoura dê golpes na massa, puxando a massa ligeiramente para fora. 

10 . Polvilhe com sêmola de milho e leve ao forno cerca de 35-40 minutos ou até o pão começar a ficar tostado (coloque um recipiente com água no forno, por forma a criar algum vapor).