Mousse de Castanha e Requeijão


A hora mudou, os dias parecem agora muito mais pequenos, a chuva teima em ficar, as temperaturas baixaram consideravelmente, e eu não gosto nada disto. Chegar a casa e já ter anoitecido é para mim uma espécie de tortura. Sinto a falta de luz, da minha luz, dos finais de tarde quentes e em cor de fogo. Com alguma resignação lá vou tirando as camisolas do armário, as botas e os casacos tornam-se indispensáveis e dou por mim a pensar que faltam poucos dias para o Natal. Como?! Como é possível o tempo ter passado assim tão depressa?! 

Deixo-me levar pelo espírito da estação e das coisas boas que o Outono tem para oferecer. As abóboras abundam e vão chegando cá a casa e aos poucos vão sendo transformadas em doces e compotas. Já vai sendo um hábito e a última que fiz foi com nozes e fava tonka. Adoro o sabor baunilhado desta semente. Aos poucos vou preparando o Natal com pequenos presentes feitos em casa, aqueles que para mim têm mais valor. Também vou matando saudades dos diospiros, ao natural, abertos em quartos e polvilhados de canela. Pequenos prazeres que me deixam tão feliz. E os marmelos, assados ou cozidos e conservados para degustar mais tarde. Experimentem comer uma metade de marmelo cozido com especiarias, acompanhado de uma bola de gelado. Uma vez mais, as coisas simples são sempre as melhores e não há como resistir aos sabores da estação.


Um dos meus frutos preferidos nesta altura do ano são as castanhas. Com a chegada do frio chega também a vontade de comer castanhas. É tempo delas e o seu cheiro inconfundível faz-se sentir nas ruas dos grandes centros. Novembro é o mês delas e por todo o lado são organizados os magustos e é celebrado o São Martinho. A efeméride assinala-se já no próximo domingo e segundo o ditado popular "pelo São Martinho, castanhas assadas, pão e vinho", o que quer dizer que é chegada a altura de festejar entre amigos e família e de provar os vinhos novos, produzidos a partir das últimas colheitas. Dizem que por esta altura o tempo melhora e o sol aparece, tal como sucedeu na lenda de São Martinho.

Mas voltando às castanhas, gosto delas simples, assadas com sal, de preferência numa lareira aberta. Ou cozidas com erva doce. Mas também costumo usar castanhas nos cremes e sopas. Estou a lembrar-me de uma sopa super aveludada que costumo fazer nesta altura, de castanhas e cogumelos. Também costumo misturar com batata doce assada no forno e um raminho de alecrim a acompanhar pratos de carne. Mas onde gosto mesmo do sabor da castanha é nas sobremesas. Fico com água na boca quando penso neste Tiramisù com Creme de Castanha. O mesmo creme que usei para fazer esta mousse de castanha, bastante leve e cremosa, não muito doce e perfumada pelo sabor suave da baunilha. O melhor de tudo é que é feita com apenas cinco ingredientes, sendo um deles o delicioso Requeijão de Vaca Tété que por ser macio e apresentar um sabor suave, torna-o ideal para ser usado nesta sobremesa. Para conhecerem melhor este e outros produtos da marca Tété visitem o site, aqui ou sigam as páginas da marca nas redes sociais, Facebook e Instagram.


Mousse de Castanha e Requeijão

Ingredientes:
| 350 g de creme de castanha e baunilha *
| 1 folha de gelatina                                                   
| 200 ml de natas para bater
| cacau em pó

NOTAS:

  • O creme de castanha e baunilha que uso é da marca Bonne Maman e existe à venda nos supermercados na secção dos doces e compotas. Existem outras marcas noutros supermercados como o Lidl e o E.Leclerc.
  • Por ser um creme que já contém açúcar adicionado, esta sobremesa não necessita de mais açúcar.
  • Se possível preparem a mousse de véspera e deixem refrigerar durante a noite.
Preparação:
1 . Coloque a folha de gelatina numa taça com água durante alguns minutos para hidratar.

2 . Coloque um tachinho com o creme de castanha em lume baixo e aqueça, sem deixar ferver. Junte a folha de gelatina escorrida e mexa até esta se dissolver no creme.

3 . Triture o requeijão num processador ou robot de cozinha até ficar bem cremoso e macio. Junte ao creme de castanha e misture com uma espátula.

4 . Bata as natas até que fiquem bem firmes. Incorpore a mistura de creme de castanha e requeijão nas natas, envolvendo com uma espátula em movimentos suaves.

5 . Distribua a mousse por tacinhas e leve a refrigerar durante pelo menos 4 horas. Na hora de servir polvilhe com cacau em pó.

Tarte de Requeijão, Maçã e Amêndoa


Das frutas outonais a maçã é com certeza aquela que mais se destaca. Talvez por agradar, em termos de sabor, à maioria das pessoas e também por existirem tantas variedades. Sempre me lembro de haver várias macieiras plantadas no quintal lá de casa, quer do meu avô quer dos meus pais. Haviam de vários tipos e nesta altura do ano dava-me imenso gozo colher as maçãs que a minha mãe amontoava em cima de uma mesa velha coberta de palha. Porque assim não apodreciam tão depressa, diziam. Claro que não conseguíamos consumir todas as maçãs que colhíamos. Muitas eram oferecidas e outras acabavam por ser dadas a comer aos animais. Tenho uma vaga ideia que eram armazenadas na adega e o cheiro que ficava no ar era inconfundível e bastante agradável. As minhas maçãs preferidas eram as da variedade "Bravo Esmolfe". Eram as mais toscas do pomar, mas por sua vez eram as mais doces e perfumadas. Ainda hoje continuam a ser as minhas preferidas, apesar de também gostar muito de maçãs "reinetas". E se forem assadas no forno e regadas com um fio de mel... tanto melhor!


Trata-se de uma fruta bastante versátil que, devido à sua durabilidade, pode ser usada ao longo de todo o ano, não se resumindo apenas ao seu papel de peça de fruta para comer a seguir às refeições ou nos lanches. Cá em casa a maçã acompanha outros pratos, como os assados no forno, por exemplo. Utilizo-a também nas saladas, durante o Verão, altura em que faço muitos sumos e batidos de maçã. Pode também ser usada nas granolas ou ser servida como sobremesa, quando cozida e reduzida a puré ou simplesmente assada com um pau de canela. Mas é nos bolos e tartes que eu mais gosto desta fruta, confesso. A textura que a maçã confere aos bolos é divinal e o seu sabor depois de cozinhada parece que fica ainda mais apurado, fazendo despertar os sentidos.

Andava com imensa vontade de fazer uma tarte de maçã e trazer para a mesa os sabores do Outono. Mas queria algo diferente, não uma tarte de maçã tradicional. Foi então que me lembrei de utilizar o requeijão, combinando-o com a amêndoa, criando um recheio que fica sempre óptimo em tartes. Por se diferenciar em termos de sabor, usei o Requeijão de Cabra Tété, mas sintam-se à vontade para usar o de mistura ou mesmo o de vaca. Podem encontrá-los aqui. Estes são produtos de qualidade que só uma empresa familiar com largos anos de experiência, passada entre gerações, consegue apresentar. Caso não se sintam suficientemente inspirados, visitem a página "Sabores" no site Tété. Ali podem encontrar esta e muitas outras receitas minhas e de outros bloggers, todas elas confeccionadas com os deliciosos e genuínos produtos Tété.


Tarte de Requeijão, Maçã e Amêndoa

Ingredientes:
{para a massa}
| 200 g de farinha de espelta
| 1 c. (sopa) de açúcar amarelo
| 100 g de manteiga fria
| 1 ovo
| 2-3 c. (sopa) de água fria                              

{para o recheio}
| 1 Requeijão de Cabra Tété  aprox. 240g
| 2 ovos 
| 150 g de puré de maçã *
| 120 g de açúcar amarelo
| 1 c. (chá) de canela
| 1 c. (chá) de pasta de baunilha *
| 40 g de amido de milho
| 80 g de amêndoa moída
| 8-10 maçãs pequenas *

NOTAS:

  • Nesta receita usei puré de maçã de compra mas podem cozer maçãs descascadas e descaroçadas e posteriormente reduzidas a puré.
  • A pasta de baunilha pode ser substituída por uma vagem de baunilha (só as sementes, raspadas) ou, em último caso, por extrato ou essência de baunilha.
  • A quantidade de maçãs a usar irá depender do tamanho das mesmas.
Preparação:
1 . Numa taça misture a farinha com o açúcar. Junte a manteiga fria, em pedaços, o ovo e a água. Misture todos os ingredientes e amasse com as mãos até obter uma massa homogénea e moldável. Forme  uma bola com a massa, envolva com película aderente e deixe repousar no frio por 30 minutos.

2 . Corte as maçãs em metades (ou se preferir em quartos), retire os caroços mas mantenha a casca e fatie-as bem finas. Regue com sumo de limão (para evitar que a maçã oxide) e reserve.

3 . Pré-aqueça o forno a 180ºC. Com o rolo estenda a massa numa superfície enfarinhada e forre com ela uma tarteira de fundo amovível com cerca de 22cm de diâmetro. Pressione bem a massa contra o fundo e as laterais da forma e corte o excesso. Pique a massa com um garfo e leve ao forno durante 5 minutos.

4 . Num robot de cozinha ou liquidificador triture o requeijão até este se desfazer por completo. Adicione os ovos, o puré de maçã e o açúcar e bata cerca de 3 minutos. Junte a canela, a pasta de baunilha e o amido e volte a bater até obter um creme homogéneo. Por fim adicione a amêndoa moída e envolva com uma espátula.

5 . Retire a forma do forno e verta o recheio na tarteira, alisando com uma espátula. Sobre o recheio distribua as maçãs laminadas e leve novamente ao forno durante cerca de 35-40 minutos, até a tarte ficar bem dourada. Retire a tarte do forno e deixe arrefecer sobre uma grelha. Se preferir, sirva polvilhada com açúcar em pó e/ou canela.

Pumpkin Baked Donuts | Donuts de Abóbora no Forno


O Outono traz consigo novos aromas, novas cores e sabores para as nossas cozinhas. Não é a minha estação do ano preferida, mas aos poucos tem vindo a conquistar um cantinho especial no meu coração. É tão fácil nos deixarmos apaixonar pela beleza natural que a natureza oferece nesta altura do ano. Os tons  quentes e dourados das folhas das árvores, os dias que agora são mais frios e convidam a ficar no conforto das nossas casas, a tomar um pequeno almoço demorado, a ler um livro ou a ver um filme que gostamos. Dias que nos desafiam a ir para a cozinha, ligar o forno e meter as mãos na massa. Preparar um pão ou um delicioso bolo com os ingredientes da estação, para partilhar com quem mais gostamos, enquanto saboreamos uma chávena de chá bem quente. 

Sim, confesso que já tinha saudades destes dias. O Outono tem um sabor a conforto, é sinónimo de regresso e recomeço. É também a estação das sopas, dos ingredientes bons que saem directamente da terra para os nossos pratos. É tempo de castanhas e romãs, das nozes e dos diospiros. E também de cogumelos e abóboras. Gosto tanto de abóboras e não me canso de experimentar novas receitas com elas. Quer em pratos doces ou salgados, as abóboras são bastante versáteis e quando cozinhadas tornam ainda mais especial qualquer prato.


Hoje trago uma receita de donuts. Mas estes são uns donuts especiais, primeiro porque são de abóbora e em segundo lugar porque são uns donuts de forno, que não foram fritos como os donuts tradicionais, algo que os torna mais saudáveis. Preparei esta receita para uma festa especial dedicada à abóbora. Trata-se da #VirtualPumpkinParty, uma festa virtual, com imensas receitas partilhadas, todas elas tendo a abóbora como ingrediente principal. Hoje, ao visitarem alguns blogs internacionais, facilmente irão encontrar receitas com este ingrediente delicioso. O convite para esta festa surgiu por parte da Sarah, autora do blog Cake Over Steak. Ao visitarem o blog da Sarah, irão encontrar a lista de todos os outros blogs participantes. Ou, se preferirem, visitem a página oficial da #VirtualPumpkinParty, na qual podem encontrar todas as participações das edições anteriores e nas quais se podem inspirar para cozinhar com abóbora. Não é a primeira vez que participo neste encontro de blogs que enaltecem a abóbora. Há dois anos atrás preparei este Bolo de Abóbora com Cobertura de Cream Cheese, que foi um verdadeiro sucesso.

Quanto a estes donuts... bem, só vos posso dizer que a receita é deliciosa demais para não ser repetida. Palavra de quem já repetiu e não se fica por aqui. Ficam super fofos e aguentam-se perfeitamente durante dois ou três dias. Isto se conseguirem resistir todo esse tempo. As especiarias dão-lhes aquele toque especial e a cobertura de açúcar e canela torna-os ainda mais deliciosos. Não deixem mesmo de experimentar esta receita, pois não se tratando dos donuts tradicionais, este não ficam nada atrás e surpreendem em termos de sabor e textura.


Donuts de Abóbora no Forno | Pumpkin Baked Donuts

Ingredientes: (para 24 donuts)
| 450 g de puré de abóbora Hokaido, assada
| 150 g de açúcar amarelo
| 80 ml de azeite virgem
| 80 ml de natas
| 4 c. (sopa) de manteiga à temp. ambiente
| 2 ovos caseiros
| 300 g de farinha branca de espelta
| 2 c. (chá) de fermento em pó
| 1 pitada de sal
| 1/4 c. (chá) de bicarbonato de sódio
| 1 c. (chá) de canela em pó
| 1/2 c. (chá) de gengibre em pó
| 1/2 c. (chá) de noz moscada

| 1/2 chávena de manteiga derretida
| 1 chávena de açúcar amarelo
| 1 c. (sopa) de canela em pó

NOTAS:
  • A abóbora deverá ser, de preferência, assada em vez de cozida, uma vez que ao ser cozida irá absorver água, o que poderá influenciar no cálculo final do peso necessário para a receita. Por outro lado, ao ser assada irá caramelizar, ficando com um sabor bastante mais apetecível.
  • No caso da abóbora Hokaido, a casca é comestível e fica muito macia depois de cozinhada, por isso só precisam de lavar a abóbora, antes de assar.
  • Costumo pulverizar alguns segundos o açúcar amarelo, num processador ou robot de cozinha. Isso irá retirar eventuais grumos ou pequenos torrões de açúcar que possam ficar na massa.
  • Podem usar farinha de trigo normal ou outra, em vez da farinha de espelta.
  • Se não tiverem uma forma de donuts podem preparar esta massa e usar formas de queques ou muffins.  no final, pincelem o topo de cada muffin com manteiga e polvilhem com açúcar e canela. O resultado será igualmente delicioso.
Preparação:
1 . Pré-aqueça o forno a 180ºC. Forre um tabuleiro com papel vegetal, corte a abóbora Hokaido com a casca em meias luas e disponha sobre o tabuleiro. Regue com um fio de azeite, tempere com uma pitada de flor de sal e leve ao forno durante 25 minutos. 

2 . Retire a abóbora do forno, deixe arrefecer um pouco e pese a quantidade desejada. Com um garfo esmague a abóbora até que fique em puré.


3 . Transfira o puré de abóbora para a taça da batedeira. Adicione o açúcar, o azeite, as natas, a manteiga e bata durante alguns minutos. Junte os ovos, um de cada vez e volte a bater após cada adição.

4 . À mistura anterior junte a farinha peneirada, o fermento, o sal, o bicarbonato e as especiarias. Envolva com uma espátula até a mistura ficar homogénea.

5 . Transfira a massa para um saco de pasteleiro e distribua numa forma de donuts, previamente untada com manteiga e polvilhada com farinha. Leve ao forno cerca de 12-15 minutos (faça o teste do palito antes de remover do forno). Repita a operação anterior até terminar toda a massa (no meu caso, como tenho duas formas, rendeu duas fornadas de 12 donuts).

6 . Misture o açúcar com a canela e reserve num prato largo. Derreta a manteiga no microondas e assim que retirar os donuts do forno pincele-os com a manteiga e passe-os imediatamente pela mistura de açúcar e canela. Saboreie os donuts ainda mornos ou deixe arrefecer por completo sobre uma grelha. 

Tarte de Beterraba, Alho Francês e Feta


Confesso que este ano me custou imenso regressar a casa, após as férias e a entrar na rotina diária. Claro que custa sempre, mas este ano as férias tiveram um sabor especial, todos os momentos foram aproveitados ao máximo. A sensação que tenho é que simplesmente os dias voaram. Para ajudar à festa, e ao contrário de anos anteriores, o Verão ainda se prolongou por mais uns dias e Outubro está ser um mês lindo e cheio de luz. Os dias são mais pequenos, as manhãs são mais frias, mas esta luz dos finais de tarde tem qualquer coisa de mágico. Adoro cada vez mais estes dias de inicio de Outono, com o Verão a querer despedir-se lentamente. 

Como gozo férias em Setembro, lembro-me de em anos anteriores terminar as férias com dias ainda quentes e quando regressava a casa, a diferença de temperatura era significativa. Parece que a estação mudava radicalmente. Os chinelos e as roupas leves voltavam ao armário por mais uns meses, até ao ano seguinte. Lembro-me que a primeira coisa que fazia no regresso a casa era uma sopa e uma refeição de forno. Este ano isso não aconteceu, acabei por ligar o forno mas para fazer um bolo! Mas quer queiramos quer não, o Outono chegou e aos poucos os dias vão ficando mais frios. A parte positiva é que podemos aproveitar tudo o que há de bom para comer nesta estação, ligar o forno e confeccionar refeições deliciosas.


(na imagem, Faca de Chef da Kyna Knives)

Um dos meus legumes preferidos é a beterraba. Por ter um sabor muito característico, este não é um legume consensual. Muitos gostam enquanto outros odeiam. Cá em casa adoramos e uso-a com alguma frequência nas refeições diárias. Quando bem cozinhada, temperada e combinada com outros ingredientes, a beterraba acaba por ser mesmo deliciosa. Para além disso está cheia de benefícios para a saúde, sendo até considerada um superalimento. Melhora a digestão, diminui a pressão arterial, reforça o sistema imunitário e aumenta a energia. Quer seja em sopas, saladas, em sumos combinada com outras frutas, assada com outros legumes a acompanhar um prato de carne ou peixe, e até mesmo nas sobremesas, como este Bolo de Chocolate e Beterraba (um clássico!), este é um ingrediente muito apreciado na minha cozinha. Como já apetece ligar o forno, desta vez prepararei uma tarte salgada que também pode ser uma quiche e cuja combinação da beterraba com o alho francês e o queijo Feta, é algo de divino. A base é feita integralmente com farinha de espelta o que a torna mais nutritiva e saudável. Sintam-se à vontade para variar no recheio com outros ingredientes do vosso agrado, mas não deixem de experimentar esta tarte que pode ser servida como entrada mas também pode ser uma refeição principal, acompanhada de uma salada de folhas verdes. 


Tarte de Beterraba, Alho Francês e Feta

Ingredientes:
{para a massa}
| 100 g de farinha de espelta integral
| 100 g de farinha de espelta branca
| 1 c. (chá) de fermento seco
| 1/2 c. (chá) de sal
| 2 c. (sopa) de azeite
| 1 ovo
| 50 ml de água tépida

{para o recheio}
| 2 beterrabas pequenas
| 2 c. (sopa) de vinagre balsâmico
| 1 c. (chá) de mel
| 1 c. (chá) de tomilho seco
| flor de sal
| 2 c. (sopa) de azeite
| 1 cebola roxa
| 1 dente de alho picado
| 2 caules de alhos francês
| 3 ovos + 2 gemas
| 200 ml de natas
| 1 iogurte natural
| noz moscada
| pimenta preta
| 100 g de queijo Feta
| 1 c. (sopa) de sementes de abóbora

Preparação:
1 . Prepare a massa, misturando as farinhas com o fermento e o sal numa taça. Faça um buraco no meio e junte o azeite, o ovo e a água. Amasse todos os ingredientes com as mãos até obter uma massa mole (opcionalmente, coloque todos os ingredientes num robot de cozinha e programe a posição de "amassar" durante 1-2 minutos).

2 . Transfira a massa para uma bancada enfarinhada e amasse durante alguns minutos. A massa deverá ficar mole mas não pegajosa. Caso comece a pegar, junte um pouco de farinha e volte a amassar. Forme uma bola e deixe a massa repousar cerca de 20-30 minutos.

3 . Pré-aqueça o forno a 180ºC.

4 . Corte as beterrabas em fatias e/ou quartos, regue com o vinagre balsâmico, o mel, polvilhe com o tomilho seco, flor de sal, misture e reserve.

5 . Leve uma caçarola ao lume com 2 c. (sopa) de azeite. Junte a cebola roxa cortada em meias luas, o dente de alho picado e salteie até a cebola amolecer. Adicione o alho francês cortado em rodelas finas e deixe cozinhar alguns minutos, mexendo de vez em quando.

6 . À parte bata os ovos e as gemas, junte as natas, o iogurte natural e misture. Tempere a gosto com noz moscada, pimenta preta e flor de sal. Reserve.

7 . Estenda a massa com o rolo até esta ter ±3mm de espessura. Forre com a massa uma tarteira com cerca de 23 cm de diâmetro e corte a massa excedente à volta. Leve ao forno durante 5 minutos.

8 . Distribua a mistura de legumes e as fatias de beterraba sobre a massa, junte metade do queijo Feta esfarelado e verta a mistura de ovos e natas. Junte o restante queijo e leve a tarte ao forno cerca de 35-40 minutos.

9 . Retire a tarte do forno, polvilhe com sementes de abóbora, regue com um fio de mel e sirva simples ou acompanhada de uma salada de folhas verdes.