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Crepes Integrais de Espelta e Limão


É inevitável, o Outono chegou. Os dias estão agora bem mais pequenos, amanhece muito mais tarde e anoitece mais cedo. As manhãs estão agora mais frias e até já pedem um casaquinho. E eu não estou nada preparado para isto. Ainda ontem estava de férias, a apanhar banhos de sol e com um tempo maravilhoso e de repente estamos no Outono e tudo muda. Confesso que até nem desgosto destes dias, os últimos do Verão que se fundem com a nostalgia do Outono. As temperaturas continuam amenas, o sol ainda brilha e começam a chegar à mesa toda uma série de novas frutas e legumes. Começa a apetecer ligar o forno, deixamos as saladas de lado e damos as boas vindas à comida de conforto, aquela que nos sacia e alimenta a alma.  Bem vindo Outono!


Mas enquanto os meus pensamentos continuam lá, nas férias, é chegado o momento de voltar à vida normal. De arregaçar as mangas, tirar os tachos dos armários e voltar a cozinhar novas e deliciosas receitas. A receita que trago hoje é perfeita para estas manhãs de Outono. Podem preparar a massa de véspera e deixar a repousar no frigorífico. No dia seguinte, de manhã, é só meter mãos à obra e em poucos minutos têm uns deliciosos crepes prontos para devorar. É a receita ideal para fazer num fim de semana de preguiça e saborear devagar. 

Estes crepes são ainda mais saudáveis, pois levam uma quantidade irrisória de açúcar, que pode ser ajustada ao gosto de cada um, são feitos com bebida vegetal de espelta, podendo esta ser substituída por aveia, levam ainda azeite e a farinha usada é a Farinha de Espelta Integral da Nacional. Esta farinha é bastante completa em termos nutricionais, isto porque o trigo espelta é um cereal ancestral altamente energético, com hidratos de carbono complexos e uma boa fonte de proteínas de alto valor biológico. Preocupada com as exigências dos consumidores, a Nacional criou esta farinha integral que permite uma grande variedade de utilizações para quem procura uma alimentação mais equilibrada.







Crepes Integrais de Espelta e Limão

Ingredientes:
| 2 ovos
| 550 ml de bebida vegetal de espelta (ou aveia)
| 3 c. (sopa) de azeite (ou óleo de coco)
| 1 pitada de sal
| 2 c. (sopa) de açúcar amarelo (ou de coco)
| 1 c. (chá) de extrato de baunilha                                  
| raspa de 1 limão
| mel (ou xarope de ácer) q.b.
| canela q.b
| nozes picadas q.b.
| groselhas (ou framboesas) para servir

Preparação:
1 . Bata os ovos, junte a bebida vegetal de espelta, o azeite, o sal, o açúcar e a baunilha e bata mais um pouco. Adicione a farinha e a raspa de limão e bata para incorporar (ou, em alternativa, coloque todos os ingredientes num robot de cozinha e bata numa velocidade média durante cerca de 1 minuto). Deixe a massa repousar cerca de 30 minutos.

2 . Aqueça uma frigideira anti-aderente e coloque nela um fio de azeite ou óleo de coco. Unte toda a superfície da frigideira, usando uma folha de papel absorvente (repita este processo entre cada crepe).

3 . Use uma concha de sopa para verter porções de massa na frigideira. Espalhe bem a massa por forma a que os crepes fiquem o mais fino possível. Deixe o crepe cozinhar e quando estiver dourado descole as laterais com uma espátula e vire-o, cozinhando-o do outro lado.

4 . Regue cada crepe com um fio de mel, polvilhe com canela e dobre em forma de guardanapo. Sirva com nozes picadas e groselhas ou outra fruta a gosto.







Panna Cotta de Baunilha com Frutos Vermelhos


Mais um ano que está a chegar ao fim. É altura de virar a folha do calendário e deixar entrar o ano novo. Que venha ele e que seja bom para todos. Que nos traga muitos momentos felizes e que nos marque de forma muito positiva. Que nos possamos lembrar dele no futuro pelos melhores motivos. Que nos traga os nossos sonhos realizados e os nossos desejos concretizados. Que ajude a traçar novos objectivos e a alcançar novas metas. Que traga a bondade às pessoas e que ajude a todos a construir um mundo melhor. Um mundo de paz no qual possamos viver e circular tranquilamente e sem medos. Acima de tudo que seja um ano muito feliz para todos!

Andava à procura de uma sobremesa para apresentar na passagem de ano. Não uma sobremesa qualquer, mas algo mais requintado e com um ar festivo. Foi então que me lembrei que nunca tinha feito antes uma Panna Cotta. É uma sobremesa tão delicada e ao mesmo tempo tão simples. Confesso que não morro de amores por Panna Cotta. Talvez porque as que provei não eram as melhores e sabiam demasiado a natas. Decidi experimentar com natas frescas e usei iogurte natural em vez de leite. O resultado surpreendeu bastante e esta foi a melhor Panna Cotta que comi até hoje. O contraste com a acidez dos frutos vermelhos eleva-a a outro patamar e esta é com certeza uma sobremesa a repetir e é perfeita para saborear num momento de festa.

(Cálice Água Transparente Ref. Picos - pág.45 do catálogo Kasa)

Escolhida a sobremesa, o passo seguinte seria decidir como a apresentar. Foi então que me lembrei dos lindos e elegantes cálices transparentes que adquiri recentemente e que fazem parte do catálogo Kasa das lojas Continente. Como dobrei a receita ainda consegui encher dois Cálices Diamante que também fazem parte do catálogo. Estes cálices, para além de lindos são perfeitos não só para apresentar de forma sublime uma sobremesa individual mas também para encher com champagne ou um bom espumante e brindar ao novo ano. 

E com o novo ano a começar porque não dar também uma nova vida à sua casa?! No catálogo Kasa podemos encontrar imensos produtos que estão à venda em todas as lojas Continente. Desde artigos para a cozinha, de decoração, passando pelo quarto, casa de banho e lavandaria, com imensas ideias de organização, existindo ainda todo um capítulo dedicado às crianças, a maioria destes produtos exclusivos e atractivos são fabricados em Portugal e vão de encontro ao que os portugueses procuram reflectindo as novas tendências da decoração.

(Cálice Vinho Tinto Ref. Diamante - pág 46 do catálogo Kasa)

Vamos então entrar com o pé direito em 2017?! Nada melhor que começar com um excelente passatempo, certo?! Em parceria com a marca Kasa do Continente estou a oferecer 1 (um) Cartão Dá no valor de 50€ para usarem em compras de produtos Kasa à vossa descrição. Para se habilitarem só têm de fazer o seguinte:
Podem participar as vezes que quiserem, desde que partilhem sempre a imagem e nomeiem amigos diferentes a cada partilha. O passatempo tem início hoje, dia 29 de Dezembro e decorrerá até ao próximo dia 08 de Janeiro. O vencedor será escolhido de forma aleatória via Random.org e uma vez apurado, o respectivo Cartão Dá será enviado por correio para a morada indicada pelo vencedor, que poderá usufruir do valor do cartão para gastar em produtos Kasa, à venda em qualquer loja Continente. Boa sorte a todos e Feliz Ano Novo!


Panna Cotta de Baunilha com Frutos Vermelhos

Ingredientes:
| 3 folhas de gelatina
| 150 g de iogurte natural
| 400 ml de natas
| 60 g de açúcar
| 1 c. (café) de pasta de baunilha
| 200 g de frutos vermelhos congelados
| 2 c. (sopa) de açúcar amarelo

Preparação:
Coloque as folhas de gelatina numa taça com água fria para que hidratem.
Coloque num tacho o iogurte, as natas, o açúcar e a pasta de baunilha e leve ao lume, mexendo de vez em quando e até que comece a borbulhar (não deixar ferver).
Retire do lume e adicione as folhas de gelatina (já hidratadas e escorridas). Mexa bem com uma vara de arames para que a gelatina se dissolva.
Passe o preparado num passador de rede fina para eliminar algum grumo que se tenha formado.
Distribua por tacinhas individuais ou copos ou coloque numa forma de pudim e leve ao frigorífico durante pelo menos 4 horas (idealmente de um dia para o outro).
Leve um tacho ao lume com os frutos vermelhos e o açúcar e mexa de vez em quando até o açúcar derreter e os frutos ficarem macios.
Distribua os frutos vermelhos sobre as panna cottas e decore com uma folha de hortelã ou manjericão.

Quadrados Fofos de Maizena e Baunilha com Creme de Castanha [receita sem Glúten]


Há ingredientes imprescindíveis e que faço sempre questão de ter presentes na minha cozinha. Um desses ingredientes é o amido de milho Maizena. Quem nunca precisou de dar consistência a uma sopa, engrossar um creme ou tornar mais aveludado um determinado molho?! Nas pavlovas o seu uso é obrigatório e há até quem faça papas com este ingrediente, mas quando pretendemos que um bolo fique mais fofo, basta adicionar um pouco de Maizena e o resultado irá surpreender. Mas o melhor de tudo é que este amido de milho é 100% natural, não contém glúten, não tem sabor nem cheiro e é proveniente das melhores variedades de milho. 


Há 110 anos a marcar presença em Portugal, a Maizena é cada vez mais um ingrediente indispensável e ter Maizena sempre à mão é fundamental em qualquer boa cozinha. Por não conter glúten é recomendado para celíacos e é um óptimo complemento ao uso de farinhas, na confecção de sobremesas, por exemplo. Para a confecção deste bolo usei as mesmas percentagens de farinha de arroz, que também é isenta de glúten e Maizena, o que resultou nuns quadrados fofos e irresistíveis, perfumados de baunilha e vestidos a rigor com um delicioso creme de castanha. A receita perfeita para celebrar o Dia de S. Martinho que se assinala hoje. Se tiverem curiosidade em conhecer outras sugestões de receitas Maizena, todas elas isentas de glúten, não deixem de visitar o canal da marca no Youtube, onde encontram uma grande variedade de receitas em vídeo.

Levo esta receita para o desafio mensal no blog da querida Marta que escolheu para este mês de Novembro um dos meus ingredientes preferidos e certamente mais emblemáticos desta estação, as castanhas!


Quadrados Fofos de Maizena e Baunilha com Creme de Castanha (Receita sem Glúten)

Ingredientes:
| 8 ovos
| 250 g de açúcar amarelo
| 150 g de farinha de arroz
| 150 g de amido de milho Maizena
| 1 c. (chá) de extrato de baunilha
| 1 c. (chá) de fermento em pó
| 200 g de creme de castanha e baunilha
| 3 c. sopa de leite
| groselhas q.b. para servir

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 190ºC.
Separe as gemas de ovo das claras e bata as claras em castelo. Reserve.
Peneire a farinha de arroz juntamente com o amido de milho Maizena e o fermento e reserve.
Forre com papel vegetal uma forma quadrada com cerca de 24cm X 24cm.
Numa taça coloque as gemas, o açúcar, o extrato de baunilha e bata durante alguns minutos até obter um preparado esbranquiçado e este dobrar de volume.
Delicadamente e usando uma espátula, envolva as claras na mistura de gemas em três vezes. Envolva em movimentos circulares e de cima para baixo, sem bater demasiado e assim evitando que as claras percam o ar.
Por fim adicione as farinhas peneiradas e envolva na massa, também em movimentos circulares e até que todos os ingredientes se encontrem bem ligados. Deverá obter uma massa leve, fofa e sem grumos.
Verta a massa na forma e leve ao forno durante 25 minutos. Faça o teste do palito antes de retirar do forno.
Retire o bolo do forno, deixe arrefecer à temperatura ambiente sobre uma grelha.
Entretanto adicione o leite ao creme de castanha e mexa energicamente para misturar.
Quando o bolo estiver frio, corte em quadrados uniformes e distribua o creme de castanha pelos quadrados.
Sirva com groselhas ou fruto vermelho a gosto.

Pudim de Azeite e Mel


Já cheira a Natal cá em casa e aos poucos o espírito natalício vai-se instalando, quer seja através de uma música que passa numa publicidade, que fica no ouvido e vou cantarolando, quer seja nas decorações que se vão espalhando pela casa ou nas receitas que vou experimentando para oferecer, que deixam no ar o perfume da canela e do gengibre, sabores muito apreciados por aqui e que sempre associo a esta quadra. É o que mais gosto de fazer por esta altura, estar fechado na minha cozinha, rodeado de tachos, panelas, formas, cortantes e tabuleiros, sentir o aroma das especiarias e sobretudo experimentar e reinventar receitas de Natal. Tirando o tradicional bolo rei e o arroz doce com muita canela - que posso comer em qualquer altura do ano e que me sabe sempre a pouco - não sou muito apreciador dos sonhos ou das rabanadas. Aliás tudo o que é frito e leva açúcar não me convence de todo, posso comer um ou dois sonhos e dou-me por satisfeito. Agora, quando falamos em rabanadas ou azevias no forno, num pudim de pão e frutos secos, aletria, broinhas de abóbora ou no tradicional pão-de-ló, aí sim, os meus sentidos despertam, fico convencido e pode ser Natal todos os dias.


Quem me conhece sabe que não sou muito apreciador desta quadra. Natal é sinónimo de família, de partilha de afectos e emoções, de sorrisos, de dar e receber. Longe vão os anos em que na noite da consoada conseguíamos ter toda a família reunida, todos sentados à volta da mesa, uma mesa cheia de comida e a casa a cheirar a sonhos de abóbora que estiveram a levedar durante quase um dia inteiro e que a minha mãe acabara de fritar. As broas de frutos secos que eram  cozidas no forno de lenha e cujo sabor nunca esquecerei. O ritual de passar os sonhos ainda quentes pelo açúcar misturado com canela. Infelizmente e por motivos de força maior, já não consigo ter toda a família junta e o Natal deixou de ter o mesmo significado. 

Mas este ano será diferente. Estarei junto dos meus queridos irmãos, dos meus sobrinhos adorados e também do meu pai. E talvez porque as saudades apertam, sinto uma certa ansiedade e conto os dias para que chegue o Natal, para estarmos todos juntos, confortavelmente sentados à lareira a conversar e quem sabe a relembrar os velhos tempos, a matar saudades e a degustar o tradicional bacalhau cozido, servido com batatas e as couves frescas da horta do meu pai, tudo regado com muito azeite. 

Sempre gostei de azeite e tive o privilégio de em pequeno poder assistir ao seu processo de transformação, desde o fruto, a azeitona, que era colhido das oliveiras do meu avô de forma tradicional, até à hora em que saía aquele líquido dourado escuro por uma pequena bica no lagar. Ainda no terreno, eram estendidos plásticos e panais e amontoavam-se cestos e baldes e cada um empunhava uma longa vara com a qual chicoteava as oliveiras fazendo com que as azeitonas caíssem. Todas eram aproveitadas, mesmo as que caíam fora do pano ou as que se escondiam por entre as ervas. Já no lagar o meu avô aguardava pela sua vez de poder colocar os quilos de azeitona numa prensa, também ela manual, onde a azeitona era espremida para dar depois origem a essa gordura deliciosa que é o azeite. Ainda no lagar, era dado a provar o azeite acabado de sair, em pequenos pedaços de pão caseiro. O que eu adorava aquele ritual!


A convite da Oliveira da Serra, tive o prazer de poder visitar no mês passado o Lagar do Marmelo, em Ferreira do Alentejo. Situado num cenário paisagístico que convida e encanta todos os que por lá passam, este lagar com a assinatura do arquiteto Ricardo Bak Gordon, é uma obra equipada com a mais recente tecnologia no que à produção de azeite diz respeito. Ali, são produzidos e selecionados os melhores azeites do mundo, obtidos a partir das cerca de 10 000 000 de oliveiras espalhadas por hectares a perder de vista. O lagar pode ser visitado por qualquer pessoa e ali podem ser provados alguns dos azeites mais premiados do mundo, sempre acompanhados do melhor pão alentejano. Nesta visita tive o privilégio de, em conjunto com outros bloggers, podermos degustar o azeite Oliveira da Serra 1ª Colheita 2015-2016. Um azeite de sabor único que é extraído das primeiras azeitonas ainda verdes. Fresco e especial, bastante intenso em aroma e com um equilíbrio perfeito entre o frutado, o amargo e o picante.

Neste evento estiveram ainda presentes alguns chefes portugueses bem conceituados, entre os quais o chef Vítor Sobral que fez as honras da casa e nos serviu um excelente almoço. O que mais me marcou e despertou o meu paladar foi um delicioso pudim de azeite e mel que foi servido na sobremesa. Não era a primeira vez que provava aquele pudim, já antes o tinha comido na Cervejaria da Esquina e na altura ficou o desejo de o fazer cá em casa. Desta vez foi servido com azeitonas confitadas  e zest de limão, algo que se tornou bastante interessante, tanto em sabor como em textura. Não é daquelas receitas que se possam comer todos os dias, devido ao elevado teor calórico, mas é uma receita perfeita para uma ocasião especial e para partilhar com aqueles que mais gostamos. Não descansei enquanto não fiz este pudim que me conquistou desde o início. Não acompanhei com as azeitonas confitadas, dei-lhe antes um ar natalício, optei antes por usar frutos vermelhos, e a combinação da acidez destes frutos com o sabor doce do pudim fazem desta uma sobremesa muito feliz. Tanto que irei repeti-la e apresentá-la na noite da consoada, na certeza de que será um sucesso.


Pudim de Azeite e Mel
(receita do Chef Vitor Sobral)

Ingredientes:
| 8 ovos
| 500g  de açúcar (usei açúcar amarelo)
| 1 c. (sopa) de raspa de laranja
| 1 c. (sopa) de raspa de limão
| 100 g de mel
| 0,5 dl de azeite virgem extra Oliveira da Serra (usei 1ª Colheita 2015/2016)
| frutos vermelhos q.b. (usei groselhas e framboesas)

Preparação Tradicional: 
Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Unte com manteiga e polvilhe com farinha uma forma de bolo inglês e reserve.
Numa taça coloque os ovos e o açúcar e incorpore com as mãos de forma a que o açúcar se desfaça por completo (em alternativa use a batedeira e uma vara de arames e bata a uma velocidade baixa).
Junte as raspas de laranja e limão, o mel e o azeite e misture até todos os ingredientes ficarem bem ligados.
Verta o preparado na forma e leve ao forno cerca de 45 a 50 minutos.
Retire do forno e deixe arrefecer dentro da forma.
Desenforme e decore a gosto com frutos vermelhos.

Preparação Thermomix - Bimby:
Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Unte com manteiga e polvilhe com farinha uma forma de bolo inglês e reserve.
Coloque no copo os ovos e o açúcar e programe (30seg/vel3).
Junte as raspas de laranja e limão, o mel e o azeite e programe (20seg/vel3).
Verta o preparado na forma e leve ao forno cerca de 45 a 50 minutos.
Retire do forno e deixe arrefecer dentro da forma.
Desenforme e decore a gosto com frutos vermelhos.