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Compota de Laranja Sanguínea e Baunilha


Sou o único a reparar que os dias estão muito maiores e mais luminosos?! E as temperaturas mais amenas e agradáveis?! Sim, as manhãs ainda estão frias e os casacos continuam a ser um acessório indispensável, mas conseguem sentir o cheirinho a Primavera no ar?! Eu sinto, é inevitável. E acordar de manhã tem outro significado quando os pássaros já chilreiam lá fora e os raios de sol se fazem anunciar. Confesso que o pequeno almoço nestes dias me sabe ainda melhor e até vou mais bem disposto para o trabalho. A Primavera tem este dom de fazer de nós pessoas mais felizes e a vida deveria ser uma Primavera constante, concordam?!

Dias felizes inspiram-nos e pedem também receitas felizes. Sou fã das laranjas sanguíneas, que duram pouco tempo. Depois de ter preparado este bolo delicioso com elas, quero preservar o seu sabor por muito mais tempo ainda. Então decidi preparar uma compota com as que sobraram, à qual juntei o perfume da baunilha. Um casamento perfeito de sabores que me acompanharão nos próximos pequenos almoços. O prazer de saborear uma torrada untada de manteiga e compota de laranja é algo que me deixa de sorriso estampado no rosto. Se puderem, não deixem de experimentar e mesmo que não encontrem as laranjas sanguíneas podem sempre fazer esta compota com laranjas normais, desde que sejam doces. Depois é só encher generosamente pequenos frasquinhos de felicidade. Frascos perfumados que convidam a meter a colher uma e outra vez. De felicidade que será partilhada com quem nos faz sentir bem e que certamente irá despertar sorrisos. 

Deliciem-se com estes pequenos prazeres da vida e aproveitem o bom tempo que se faz sentir lá fora para passear e estar em contacto com a natureza. Os próximos dias irão ser assim, vou fazer uma pequena pausa e aproveitar para conhecer um pouco mais do nosso país que é lindíssimo. Caso me queiram acompanhar e saber um pouco mais por onde irei andar, visitem-me no Instagram, onde partilharei alguns stories e um ou outro post.


Compota de Laranja Sanguínea e Baunilha

Ingredientes:
| 1Kg de laranjas sanguíneas c/ casca
| 1 limão c/ casca
| 500 ml de sumo de laranja sanguínea
| 1250 g de açúcar amarelo
| 2 vagens de baunilha

Notas:
  • Caso não encontrem as laranjas sanguíneas, podem preparar esta compota com laranjas normais. Assim como o sumo de laranja sanguínea, pode ser substituído por sumo de laranja ou mesmo água.
  • A receita pode ser preparada num robot de cozinha. Nesse caso, e devido ao volume do copo do robot, as quantidades da receita deverão ser reduzidas para metade.
  • Para verificar a consistência da compota, no final da receita, coloque 1 c. (chá) de compota num prato bem frio, deixe arrefecer um pouco e passe com o dedo. Se a superfície da compota enrugar é porque está no ponto.
  • Para esterilizar os frascos, coloque-os em água bem quente durante 10 minutos ou aqueça-os no forno aquecido a 100ºC, durante 10 minutos. Deverá enchê-los ainda mornos e depois de cheios deverão ser virados ao contrário para ganharem vácuo.
  • A compota conserva-se, sem abrir o frasco, durante cerca de 6 meses.
Preparação:
1 . Corte as laranjas sanguíneas e o limão em rodelas muito finas (se possível, recorra a uma mandolina), retire e descarte os caroços se existirem e coloque tudo numa taça. Cubra com o sumo de laranja e deixe a macerar durante pelo menos 8-10 horas.

2 . Coloque os frutos num tacho juntamente com o líquido. Leve o tacho ao lume e deixe cozinhar em lume brando até as cascas de laranja amolecerem (cerca de 25-30 minutos).

3 . Adicione o açúcar e a baunilha. Corte na longitudinal as vagens de baunilha e com uma faca raspe as sementes e junte às laranjas. Coloque também as vagens no tacho.

4 . Leve o tacho novamente ao lume e deixe cozinhar, mexendo de vez em quando, durante cerca de 1 hora, até a compota ganhar consistência. Se a compota não tiver ainda a consistência desejada (ver notas acima) deixe cozinhar durante mais alguns minutos.

5 . Distribua a compota por frascos previamente esterilizados e com tampa hermética. Feixe os frascos de imediato e vire-os ao contrário, deixando-os assim até arrefecerem por completo e, desta forma, ganharem vácuo natural que ajudará a compota a preservar-se por mais tempo.

Gelado de Queijo de Cabra, Figos e Mel


Das coisas que mais gosto de fazer no Verão, saborear um delicioso gelado. Ou dois, ou três. Eu adoro gelados, tenho-os sempre cá em casa durante o ano inteiro. Durante o Inverno sabe-me bem acompanhar uma generosa fatia de brownie ou de bolo de chocolate intenso com uma bola de gelado. Mas é no Verão que eu mais me delicio a comê-los. E, confesso, é das coisas que como com prazer e sem culpas. Sabe-me bem e é daqueles pequenos prazeres da vida dos quais eu não abdico. Prefiro um bom gelado a uma bola de berlim na praia. Mas não gosto de qualquer gelado. Sou de sabores fortes, intensos e dou preferência aos gelados artesanais. 

O meu sabor preferido de sempre é o de pistachio. Já aqui partilhei uma receita de Gelado de Pistachio, um dos melhores que comi até hoje e que adorei fazer. Mas o melhor dos melhores, aquele que está lá no top, foi um gelado de pistachio que provei na Suiça, numa gelataria de fabrico italiano e cujo sabor e cremosidade me levou às nuvens. Não resisto a provar este sabor quando encontro à venda, mas nem todos me conquistam. Quando a cor é demasiado verde fico logo de pé atrás, pois existem muitas gelatarias que usam corantes, assim como intensificares de sabor para tornar o gelado mais apelativo. Claro que dessa forma não me convencem.


Recentemente, numa visita à Figueira da Foz, a minha cidade natal, provei um gelado cujo sabor adorei, naquela que eu considero uma das melhores, ou talvez a melhor gelataria em Portugal. O sabor era de queijo de cabra com doce de leite. Ora, sendo eu um apaixonado por queijo de cabra e gostando de sabores intensos, este gelado fez-me suspirar por mais. Já em casa, e com o delicioso Queijo de Cabra Tété à minha disposição, decidi criar uma combinação que adoro, cujos sabores eu não resisto e que tanto me fazem lembrar o meu querido sul. Ao queijo fresco de cabra juntei compota de figo e adocei com mel puro. Conseguem imaginar?! Uma perfeita tentação que resultou num gelado cremoso que só apetece repetir vezes sem conta.

Para a confecção deste gelado usei a máquina de gelados que é sempre uma perfeita aliada. Caso ainda não tenham uma, vale bem a pena o investimento (as mais baratas rondam os 20€). Desde que adquiri a minha nunca mais deixei de fazer gelados em casa. Experimentem e vão ver que não querem outra coisa. Contei também com o delicioso Queijo Fresco de Cabra Tété, de aroma intenso e característico que, sendo um produto de excelência, tornou este gelado ainda mais saboroso. Conheçam este e outros produtos da marca Tété, fazendo uma visita ao site, aqui, ou visitando as respectivas contas da marca, no Facebook e Instagram.


Gelado de Queijo de Cabra, Figos e Mel

Ingredientes:
| 400 ml de natas
| 250 ml de leite                           
| 180 ml de mel
| 1/2 c. (chá) de pasta de baunilha      
| 6 gemas
| 1 Queijo Fresco de Cabra Tété (± 150 g)      
| 100 g de compota de figo


Preparação:
1 . Numa taça, bata bem a gemas com uma vara de arames e reserve.

2 . Leve um tacho ao lume médio com as natas, o leite, o mel e a baunilha. Assim que estiver prestes a ferver, retire do lume. Verta um pouco da mistura sobre as gemas e mexa energicamente para temperar. Aos poucos vá adicionando toda a mistura e sempre sem parar de mexer.

3 . Verta o preparado novamente no tacho e leve ao lume por cerca de 2 minutos, mexendo sempre sem parar e até o creme engrossar um pouco.

4 . Numa taça, desfaça o Queijo de Cabra Tété, usando uma vara de arames. Verta o creme sobre o queijo e misture bem até o queijo se desfazer por completo.

5 . Passe o creme por um passador de rede fina, para eliminar eventuais grumos e de seguida coloque-o no frigorífico durante pelo menos 4 horas (idealmente de um dia para o outro).

6 . Verta o creme na cuba da máquina de gelados e siga as instruções do fabricante.

7 . Coloque o gelado num recipiente largo e com uma colher espalhe a compota de figo e faça alguns movimentos, criando um efeito swirl.

8 . Leve o gelado ao congelador durante algumas horas para ganhar firmeza (este é um gelado bastante cremoso, pelo que ao retirar do congelador está pronto a servir).

Queen of Puddings


Por vezes tendemos a olhar para algumas coisas e a julgá-las de forma errada. Tornando-as mais complicadas do que elas realmente são. Desvalorizamos-nos logo à partida achando que nunca vamos conseguir atingir determinado objectivo ou que não vamos conseguir acabar aquele trabalho a tempo. Na cozinha não é diferente, quantos de nós já vimos uma determinada receita numa revista ou num livro, ficamos ali a suspirar, desejando ter aquela sobremesa à nossa frente, mas logo no minuto seguinte desistimos de a fazer porque achamos que é demasiado complicada ou exige demasiadas técnicas que não dominamos. Foi o que me aconteceu quando vi este Queen of Puddings no blogue da querida Lia, o Lemon and Vanilla. Olhei para esta sobremesa requintada e pensei que era coisa para dar algum trabalho e levar algum tempo a ficar pronta. Estava redondamente enganado, pois após ter lido os ingredientes e a preparação da receita, e ter pesquisado um pouco mais sobre esta sobremesa de origem britânica, acabei por achar que até seria fácil de mais e que se destacaria pela sua elegância. É uma receita que resulta em três deliciosas camadas que se complementam entre elas. Um pudim de pão bem cremoso, aromatizado com limão. Uma compota deliciosa de frutos vermelhos e no topo um sublime merengue que nos convida a meter a colher e a repetir sem parar.


E esta receita vem com um desafio. A Lia aliou-se à simpática Susana, autora do blogue Basta Cheio e juntas criaram o Sweet World. Ora, se é sweet eu não tinha como resistir, pois adoro doces e acabei mesmo por participar fazendo a receita que a Susana partilhou, adaptada de Jamie Oliver. Neste desafio aprofundamos os nossos conhecimentos, ficamos a conhecer novas técnicas e viajamos pelo mundo das sobremesas, percorrendo vários países e saindo muitas vezes da nossa zona de conforto. É algo que acho interessante, que nos permite alargar os nossos horizontes culinários e o mais importante, tal como diz a Lia, é testarmos a nossas capacidades e sairmos da "pasmaceira". Aceitem este desafio, atrevam-se a fazer esta sobremesa deliciosa que fará as vossas delícias e ganhará destaque em qualquer mesa. Difícil vai ser parar de comer!
http://lemonandvanilla.blogspot.pt/2016/01/a-challenge-called-sweet-world-and.html

Queen of Puddings
(receita adaptada de Jamie Magazine)

Ingredientes:
| 25 g de manteiga
| 285 ml de leite
| 100 g de açúcar
| 85 g de pão ralado fresco
| raspa e sumo de 1 limão
| 2 ovos (claras separadas das gemas)
| 2 c. (sopa) de compota de frutos vermelhos

Método Tradicional:
Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Unte com manteiga uma forma ou travessa com cerca de 20 cm de diâmetro e reserve.
Leve um tacho ao lume com a manteiga, o leite e 2 c. (sopa) de açúcar. Aqueça sem deixar ferver. 
Numa taça coloque o pão ralado fresco e verta sobre ele o leite. Deixe repousar cerca de 15 minutos para que o leite seja bem absorvido pelo pão. 
Adicione a raspa, o sumo de limão e as gemas de ovo e envolva bem.
Verta o preparado na forma reservada e leve ao forno cerca de 25 minutos, até o pudim estar firme e cozido.
Retire o pudim forno e deixe que arrefeça.
Espalhe a compota sobre o pudim.
Entretanto prepare o merengue, batendo as claras em castelo até que fiquem bem firmes. Vá juntando gradualmente o restante açúcar até o merengue ficar brilhante e macio. Reserve.
Coloque o merengue no saco de pasteleiro e espalhe-o sobre a compota, fazendo pequenos montinhos.
Com um maçarico queime ligeiramente o merengue.
(em alternativa, poderá espalhar o merengue numa única camada e com as costas de uma colher de sopa fazer o efeito desejado. Leve ao forno por 15 minutos a 180ºC até que o merengue fique ligeiramente dourado)
Leve o pudim ao frigorífico até à hora de servir.

Método Thermomix - Bimby:
Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Unte com manteiga uma forma ou travessa com cerca de 20 cm de diâmetro e reserve.
Coloque no copo a manteiga, o leite, 2 c. (sopa) de açúcar, a raspa e o sumo de limão e programe (5min/80ºC/vel4). No último minuto adicione as gemas pelo bocal, uma a uma.
No final junte o pão ralado fresco e deixe repousar cerca de 15 minutos para que o leite seja bem absorvido.
Verta o preparado na forma reservada e leve ao forno cerca de 25 minutos, até o pudim estar firme e cozido.
Retire o pudim forno e deixe que arrefeça.
Espalhe a compota sobre o pudim.
Coloque a borboleta no copo limpo e seco, junte as claras e programe (4min/vel3½).
No último minuto adicione o açúcar restante.
Retire a borboleta, coloque o merengue no saco de pasteleiro e espalhe-o, fazendo pequenos montinhos.
Com um maçarico queime ligeiramente o merengue.
(em alternativa, poderá espalhar o merengue numa única camada e com as costas de uma colher de sopa fazer o efeito desejado. Leve ao forno por 15 minutos a 180ºC até que o merengue fique ligeiramente dourado)
Leve o pudim ao frigorífico até à hora de servir.

Iogurte e Compota de Physalis


Não nasci numa família muito abastada e os meus pais nem sequer estudaram para terem uma profissão reconhecida. Desde muito cedo que começaram a trabalhar no campo, dias sem fim, desde que o sol nascia até ao cair da noite. Trabalhavam horas seguidas debaixo de sol ou chuva, em condições muitas vezes indignas. Foi no campo que se conheceram e que mais tarde vieram a formar uma família, a minha família. Tiveram e criaram três filhos, sendo eu o mais novo dos irmãos. Como não havia muito dinheiro, aprendíamos a ser subsistentes e a maioria dos alimentos que consumíamos eram cultivados por nós, vindos directamente do nosso quintal. Como nasci nove anos depois do meu irmão do meio, e com o passar dos anos os meus pais foram ultrapassando algumas dificuldades, considero que não passei nem metade dos sacrifícios que os meus irmãos passaram. Também não seguiram os estudos e por circunstâncias da vida, viram-se obrigados a emigrar. Tive por isso outros privilégios e outras facilidades que eles não tiveram. Quando eles eram ainda crianças, os iogurtes, por exemplo, eram considerados um pequeno luxo que muito raramente fazia parte da lista do supermercado. O leite, esse nunca faltava, o café também não e o pão era caseiro e de muito boa qualidade, mas os iogurtes entraram na minha vida já na fase de adolescente. Confesso que também não era fã, não gostava muito do sabor e adicionava sempre açúcar. Isto até descobrir que podia fazer os meus próprios iogurtes em casa. Naturais, sem corantes ou conservantes e aos quais posso adicionar o que me apetecer, desde mel, flocos de cereais, fruta fresca ou compotas. E a sugestão que aqui apresento é precisamente a junção de um iogurte caseiro com uma compota de physalis.

Gosto de comer physalis ao natural, aquele sabor meio ácido e adocicado é algo que me agrada. Mas tinha no congelador cerca de 1/2 quilo de physalis que me foram oferecidas por um amigo e não sabia mesmo o que fazer com elas. Até que me falaram em compota de physalis. Pesquisei e realmente encontrei algumas receitas. Como gosto do sabor das especiarias nas compotas, adicionei um pau de canela e aromatizei com algumas gotas de limão. Usei ainda a pectina da Condi, que não é mais que um gelificante natural derivado da maçã e frutas cítricas, que quando combinado com o açúcar adquire propriedades espessantes, reduzindo assim o tempo de fervura e ajudando a obter o ponto desejado mais rapidamente. Contudo, mantém todo o sabor e cor da fruta usada. Em menos de nada consegui ter uma compota pronta a usar com os meus iogurtes naturais.


Compota de Physalis
(receita adaptada do blog Sabores Leves)

Ingredientes:
| 500 g de physalis
| 250 g de açúcar amarelo
| 1 pau de canela
| algumas gotas de sumo de limão
| 12 g (1/2 saqueta) de pectina (usei da Condi)

Preparação Tradicional:
Num tacho coloque as physalis, o açúcar, o pau de canela, algumas gotas de limão e a pectina.
Coloque o tacho em lume brando e deixe que levante fervura.
Sem parar de mexer, deixer ferver durante pelo menos 3 minutos.
Retire do lume e se desejar uma compota com uma textura mais fina, triture com a varinha eléctrica durante alguns segundos (não esqueça de remover antes o pau de canela).
Distribua a compota ainda quente em frascos devidamente esterilizados. Feche os frascos e vire-os de boca para baixo até que a compota arrefeça completamente (isto irá ajudar a criar vácuo que permitirá que a compota se conserve por mais tempo).

Preparação Thermomix - Bimby:
Coloque as physalis e o açúcar no copo e programe (5seg/vel5).
Junte o pau de canela, as gotas de limão, a pectina e programe (5min/100ºC/vel1).
Troque o copo de medida pelo cesto coador, por forma a evitar salpicos e programe (3min/Varoma/vel1).
Distribua a compota ainda quente em frascos devidamente esterilizados. Feche os frascos e vire-os de boca para baixo até que a compota arrefeça completamente (isto irá ajudar a criar vácuo que permitirá que a compota se conserve por mais tempo).

Iogurte com Compota de Physalis

Ingredientes: (receita para 8 iogurtes)
| 1 litro de leite magro
| 40 g de açúcar granulado (opcional)
| 50 g de leite em pó
| 1 iogurte natural
| 1 frasco de compota de physalis

Preparação Tradicional:
Leve um tacho ao lume com o leite e aqueça, até levantar fervura. 
Adicione o açúcar, o leite em pó e o iogurte natural e misture bem com um fouet, até que o açúcar dissolva. Leve novamente ao lume, sem deixar ferver, retire e deixe arrefecer um pouco.
Distribua a compota de physalis pelos frascos dos iogurtes e encha os frascos com o preparado de iogurte.
Coloque os frascos na iogurteira durante 8 a 10 horas. 
Passado esse tempo leve ao frigorífico durante pelo menos 4 horas.
Caso não tenha iogurteira, abafe bem os frascos com uma manta polar e coloque-os no forno pré-aquecido a 50ºC, durante 12 horas. Retire e coloque no frigorífico durante pelo menos 4 horas.

Preparação Thermomix - Bimby:
Coloque no copo o leite, o açúcar, o leite em pó e o iogurte natural e programe (4min/50ºC/vel3,5).
Distribua a compota de physalis pelos frascos dos iogurtes e quando o preparado de iogurte estiver pronto, encha com ele os copos. 
Coloque os frascos na iogurteira durante 8 a 10 horas. 
Passado esse tempo leve ao frigorífico durante pelo menos 4 horas.
Caso não tenha iogurteira, abafe bem os frascos com uma manta polar e coloque-os no forno pré-aquecido a 50ºC, durante 12 horas. Retire e coloque no frigorífico durante pelo menos 4 horas.

Tábua de Natal Boursin


Não é segredo para ninguém a paixão que nutro por queijos. Sejam eles mais suaves ou mais intensos, desde que sejam queijos de qualidade, para mim serão sempre bem apreciados. Conheci os queijos Boursin numa ida ao supermercado, uma promotora da marca deu-me a provar um pouco e desde logo reparei que se tratava de um queijo diferente e especial. Por isso não hesitei quando, ainda antes do Natal, a Bel Portugal me desafiou a criar uma tábua de Natal original e sofisticada com os queijos Boursin.

Boursin não é um queijo qualquer, trata-se de um queijo premium sofisticado, com uma textura cremosa e um sabor intenso. Uma marca estimulante que combina queijo fresco com aromas especiais e delicados, resultando num sabor único que fará as delícias dos verdadeiros apreciadores de gastronomia.

Aqui poderão ficar a conhecer melhor os formatos e as variedades Boursin. Para quem, como eu, gosta de um sabor intenso a alho, Boursin Alho e Ervas é a opção perfeita. Uma combinação de alho com o sabor perfumado da salsa e do cebolinho que combina na perfeição com a cremosidade deste queijo. Por se tratar de um queijo de boa qualidade, não requer grandes técnicas ao servir, bastando apresentá-lo de uma forma sofisticada e degustá-lo em boa companhia. Para tal, decidi acompanhar com uvas, nozes e compota de frutos vermelhos e servi com umas deliciosas tostas com passas.


Outra combinação que me surpreendeu foi o Boursin Pimenta Preta, um queijo sofisticado, cremoso e intenso que desperta emoções únicas através dos paladares mais apurados. Impossível ficar indiferente quando se leva à boca uma tosta com um queijo Boursin, são sabores que despertam memórias e fazem libertar sorrisos, perfeitos para degustar em família ou com os amigos, não apenas no Natal, mas em qualquer ocasião, seja ela ou não especial, pois estes sabores só por si já irão marcar o momento.


#tabuanatalboursin

Ingredientes:
| 1 queijo Boursin Alho e Ervas
| 1 queijo Boursin Pimenta Preta
| pão de forma
| tostas com passas
| uvas
| nozes
| compota de frutos vermelhos

Com cortadores de bolachas em forma de estrela, corte as fatias do pão de forma em vários tamanhos.
Retire os queijos das respectivas embalagens e sirva-os na tábua Boursin.
Acompanhe a gosto com uvas, nozes e compota de frutos vermelhos e sirva com tostas com passas.